A Universidade de Lisboa (ULisboa) participa na mais antiga feira de educação do Brasil: Salão do Estudante.
Com uma comunidade académica de cerca de 50.000 membros, cursos em todas as áreas do saber e 18 Escolas, somos a maior e mais prestigiada universidade portuguesa. Atraímos estrangeiros pela qualidade do ensino e investigação. Todos os anos cerca de 5.500 estudantes estrangeiros, provenientes de mais de 100 países, procuram na ULisboa uma educação de excelência. Estamos, por isso, fortemente empenhados em reforçar a cooperação internacional com grande enfoque nos países de expressão portuguesa.
Neste âmbito, e dado o interesse institucional, gostaríamos de receber a vossa visita neste certame, estando recetivos para estabelecer relações prósperas com a vossa instituição para o futuro.
Esperamos a vossa visita no stand da ULisboa:
27 e 28 de fevereiro | São Paulo | 14h00-20h00
1 de março | Barra, Rio de Janeiro | 14h00-19h00
2 de março | Copacabana, Rio de Janeiro | 14h00-19h00
Mais informações:
Núcleo de Comunicação
Departamento de Relações Externas e Internacionais
Alameda da Universidade Cidade Universitária
1649-004 Lisboa PORTUGAL
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Aqui você encontra: Cultura, Educação, Artigos Científicos e sugestões para o seu estudo. O que irá diferenciar está revista eletrônica, ter, em um futuro breve, seus artigos em áudio, lidos pelos autores e/ou por programas e projetos de extensão como: 'Biblioteca Falada' - A UNESP/ FAAC, faz adaptação de textos e vídeos para áudios. Permitindo assim que DISLÉXICOS e DEFICIENTES VISUAIS tenham acesso ao conhecimento proposto. http://www.acessibilidadeinclusao.com.br/ José Robson de Almeida.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Uma Reflexão Com a Querida Fernanda Rossi!
Todo ensino depende de princípios. E
para que um professor possa ensinar princípios é necessário que ele tenha
discernimento de quais princípios regem sua profissão, desta forma poderá
vivenciar em seu dia a dia de trabalho valores e virtudes que venham de
encontro com tais alicerces.
Mas o que é ser professor? Há muitos
livros que tentam responder a esta pergunta, já foi dito que é um dom, como se
fosse uma capacidade além da pessoa. Mas tal como qualquer outra profissão ela
requer habilidade, mas não é um dom e sim uma decisão. Decisão esta que
engloba: trabalho, treinamento, disposição para lidar com pessoas, o que exige
amor ao próximo, tolerância e respeito às diferenças.
Estes são os princípios da profissão
de educador: é ensinar com amor. Pois conteúdos só podem ser aprendidos numa
relação afetiva, caso contrário, serão apenas assuntos decorados. Conhecidos
mas desconectados de aplicação. Para um aluno desenvolver um conhecimento ele
precisa gostar, se identificar com aquele conteúdo e estes sentimentos são
produzidos no aluno através da figura do professor.
Da mesma forma há princípios que
regem todas as escolas. O mais básico – e, ironicamente, o que estamos
distantes na atualidade – é do entendimento de que a escola é uma instituição
afetiva. Sim, a escola é uma empresa, mas se baseia num compromisso ético de
ensinar e a ética do ensino esta totalmente ligada a ética do cuidado. Não se
pode ensinar sem cuidar, um não ocorre sem o outro. A criança quando entra na
escola precisa ser cuidada por este espaço, por isto a escola complementa a
família. É um lugar de intimidade entre professor e aluno, e entre alunos, onde
amizades são construídas e vivenciadas. As questões emocionais que a criança
vive em casa repetirá na escola e será a postura dos educadores ali presentes
determinantes para sua resolução.
A escola é um espaço de cuidado e não
só de aprendizado. As escolas antigas, gregas principalmente, baseavam-se nesta
premissa. As pessoas se reuniam para aprender a pensar, falavam de duvidas
sobre a constituição do universo, da Terra, das estrelas e etc. não havia
material didático, nem quadro negro e muito menos sala de aula, mesmo assim, as
pessoas tinham sede de aprender. Os avanços para a formação do espaço escolar
foram importantes e são necessários para que a educação avance. Porem, foi-se
esquecendo de que crianças são incultas, não sabem das coisas e precisam
aprender inclusive a ser cidadãos dentro da escola. O que só pode ensinado de
forma afetiva.
Ainda mais quando a entrada na escola
se dá cada vez mais cedo. Bebês tem ido para a escola, e se este não for um
espaço amoroso que seres sairão dali? Não há desenvolvimento emocional sem
convivência afetiva e isto requer pessoas que se dediquem a cuidar dos
pequenos, antes dos 13-14 anos de idade uma criança não sabe se cuidar sozinha
e por isso precisa tanto de pais presentes, como de professores influentes. Que
gostem de sua profissão e gostem, principalmente, de crianças.
Tudo precisa ser aprendido – como
brincar, como socializar, o que são limites, quais seus direitos e deveres. A
criança não entra na escola sabendo tais coisas, ate mesmo porque o ambiente
familiar atual não proporciona esta socialização. As famílias hoje são
pequenas, com poucos filhos, sem quintal, então é dentro da escola que a
criança aprenderá a dividir, compartilhar, esperar, se frustrar.
Os berçários e pré-escolas têm um
papel, desta forma, fundamental no desenvolvimento da criança. Que vai muito
além da educação pura e simples.
Por esta razão os pais precisam
buscar um ambiente que venha de encontro com seu jeito de ser, nem toda escola
serve para toda criança. A escola é extensão do lar, tem que ter valores
parecidos com os que os pais pregam em casa. Se a escola tem outra visão de
mundo o espaço familiar e escolar não se completarão e com isto a criança
sofre, a escola sofre e os pais sofrem.
A escola é um espaço lúdico que
possibilita o brincar, interagir, expressar-se. Principalmente na primeira
infância, que é brincando, socializando que a criança desenvolve afetos. O foco
deve ser em desenvolver capacidades, mais do que transmitir conteúdos. Pois
quando a criança entende as capacidades que têm e quais são suas habilidades,
saberá usar o aprendizado a seu favor. Isto envolve professores atentos,
dispostos e dedicados. Mas o resultado são crianças mais calmas, obedientes e
satisfeitas.
Pois quando a escola é este espaço
afetivo a criança cria vínculos com as pessoas e as coisas existentes ali.
Desta maneira, a escola passa a ser vista como algo bom, desejável e agradável.
Não é um espaço de depósito, onde os pais deixam as crianças para trabalhar,
nem um meio para chegar ao vestibular, a escola tem como fim maior desenvolver
a capacidade de pensar, de se relacionar socialmente, de despertar o desejo
pelo conhecimento e por querer uma profissão. Nada disto pode ser desenvolvido
num espaço sem afeto.
Há grande necessidade de pais e
escolas manterem um diálogo próximo e profundo. Claro, que, infelizmente, esta
não é a realidade da maior parte das escolas. O que é uma pena e uma grande
perda para todos. Pois há uma grande diferença entre família e escola: a escola
tem início, meio e fim; enquanto que a família é eterna. A escola ficara na
lembrança do adulto, podendo marcá-la de forma positiva ou negativa. Mas os
pais serão presentes na vida dos filhos enquanto eles viverem, mesmo depois que
os pais falecem seus exemplos e ensinamentos se mantêm atuantes na vida de um
filho.
Então quando os pais conseguem
demonstrar ao filho o quanto desejam e respeitam o espaço escolar, criam uma
semente para que a criança também goste deste espaço. E posso tolerar as regras
ali existentes.
Os pais precisam entender que a
escola é um desejo deles para os filhos. A escola proporciona o que os pais não
podem: escolarização e a socialização. É onde a criança aprende coisas, se
socializa e organiza sua personalidade. Quando há afetividade neste processo o
aprendizado pode ser aplicável. A educação não fica maçante, ao contrario
torna-se desejável. Por isso os pais precisam escolher a escola, conhecê-la, visitá-la,
serem presentes neste espaço. A escola realiza o desejo dos pais, mas o pais
não podem realizar os desejos da escola:, por esta razão é necessário que pais
e professores conversarem muito, que tenham um dialogo aberto e franco.
Quando a escola conhece o ambiente
familiar, as vivencias e dificuldades da família pode orientá-los e os pais
podem ser ajudados no processo da educação do filho. É desta maneira que o
espaço escolar torna-se afetivo, completando a família. Um trabalho de união e
não de separação.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
HIGH PERFORMANCE ATHLETES HAVE GOOD SCHOOL PERFORMANCE – IS IT POSSIBLE?
ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO POSSUEM UM BOM DESEMPENHO ESCOLAR – É POSSÍVEL?
RESUMO
O Rio de Janeiro, Brasil, recebeu e receberá nos próximos anos, vários eventos esportivos de grande relevância no cenário Internacional: em 2011, Jogos Mundiais Militares; em 2013, Copa das Confederações; em 2014, Copa do Mundo da FIFA e em 2016, os Jogos Olímpicos. Existirão, em menor escala, vários mundiais preparatórios para as Olimpíadas. Além do maciço investimento no setor da construção civil, incluindo áreas para essas práticas esportivas, a sociedade terá que investir nos seus atletas do futuro, as crianças. Estas usufruirão desses espaços que devem ser o principal legado. Porém, como fazer? O que as instituições públicas e privadas podem e devem fazer? Ao longo destas últimas duas décadas, o Colégio Santa Mônica (CSM) tem investido na melhoria do desempenho de seus alunos tanto nos seus resultados acadêmicos como esportivos. Do fim da década de 90, até a presente data, a escola conquistou o título de campeã por doze vezes, do Intercolegial/O Globo/Mc Donald' s - o maior evento esportivo entre escolas do Rio de Janeiro e do Brasil, financiado por empresas privadas com a participação de escolas públicas e particulares. Além dessa competição, a instituição participa de eventos, organizados pelo poder público, em âmbito municipal, estadual e federal, obtendo, também, experiências individuais e coletivas em competições internacionais como: os sulamericanos de basquete, natação e atletismo e os mundiais de futebol e natação. Neste artigo, vamos analisar os dados obtidos na pesquisa que estamos a desenvolver. Esses dados são referentes aos últimos três anos e têm como objetivo, avaliar e comparar se os mesmos alunos que vêm obtendo bons resultados esportivos estão, também, obtendo bons resultados acadêmicos, assim como sugerindo novas comparações em outras instituições que também desenvolvem trabalhos com o mesmo nível de seriedade.
Palavras-chave: Colégio Santa Mônica; Esporte; Rendimento Escolar; Intercolegial.
ABSTRACT
HIGH PERFORMANCE ATHLETES HAVE GOOD SCHOOL PERFORMANCE – IS IT POSSIBLE?
Rio de Janeiro city, in Brazil, received and will receive over the next years, various sporting events of great relevance in international scene such as the world military games in 2011; FIFA Confederations Cup in 2013; FIFA World Cup in 2014 and the Olympic Games in 2016. There will, in a lesser extent, several global preparation for the Olympic Games. Besides the massive investment in the area of construction, including construction sites for these sports, society will have to invest in their future athletes, the children. They will enjoy these spaces to be the main legacy for among others, intended. But how? What can and should the public and private institutions do? Over these past two decades, Colégio Santa Mônica (CSM) has invested in improving the performance of their students in both their academic and sporting results. From the late 1990s so far, the school has won the championship title for twelve times the Intercollegiate/O Globo/Mc Donald's, the biggest sporting event school in Rio de Janeiro and Brazil financed by private companies with the participation of public and private schools. In addition to this competition the institution has participated in events organized by the municipal, state, federal government and also obtained individual and collective experiences in international competitions such as the South American basketball, swimming and athletics, world soccer and swimming. The data obtained have to evaluate and compare it the same student has achieved good results sports are also getting good academic results in three years’ research as well as suggesting new comparisons to other institutions who also develop work with the same level of seriousness.
Keywords: Santa Mônica College; Sports; School Performance; Intercollegiate.
ISNN 2183-2102 2 - José Robson de Almeida Diretor do Colégio Santa Mônica – São Gonçalo-Brasil Mestre em Ciências da Educação LUSÓFONA/Lisboa; Reinaldo José Vianna Dominguez Coordenação Esportiva do Colégio Santa Mônica – Unidade São Gonçalo; Bruno Castro Diretor de Comunicação, Marketing, Esporte e Cultura (DCMEC) Colégio Santa Mônica e Professor da Universidade Castelo Branco.

Escrito por
José Robson Almeida
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
NOVAS DISPOSIÇÕES DOS PROFESSORES
António Nóvoa cita que:
António Nóvoa cita que:
Vivemos em sociedades do espectáculo. Em sociedades marcadas pelos media, pela
dramatização das notícias, por uma encenação permanente (quotidiana) dos
acontecimentos. Tudo é drama. O espectáculo nunca pára. Transformou-se mesmo num
modo-de-existência.
· Vivemos em sociedades da competição. Em sociedades definidas pela concorrência,
pela disputa entre pessoas, entre empresas, entre instituições. A competição deixou de
ser um “resultado” para passar a ser um “processo” que determina as nossas vidas.
· Vivemos em sociedades do consumo. Em sociedades organizadas para a compra de
bens, úteis e inúteis. O consumismo é uma estranha forma de vida, mas tão familiar que
é inimaginável existir sem ele. Faz lembrar a célebre frase de Fernando Pessoa para a
Coca-Cola: Primeiro estranha-se. Depois entranha-se.
· Vivemos em sociedades do conhecimento. Em sociedades que se definem por uma
procura incessante de novos conhecimentos e tecnologias, por uma quase angustiante
necessidade de formação e re-formação, pela sensação de que estamos sempre
desactualizados.
Eis quatro tópicos que estão hoje no debate contemporâneo sobre a sociedade e que têm
consequências fortíssimas no espaço educativo, em particular no que diz respeito à
reconfiguração do trabalho dos professores.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Por onde anda a Pós-Doutora Daniele Nunes Peixoto de Almeida, que teve atuação decisiva no diagnóstico do caso do sul-africano William Charles Erasmus, morto recentemente no Rio de Janeiro com um quadro de febre hemorrágica não identificada. A investigação sobre a causa do óbito descartou a infecção por Arenavírus e concluiu que a morte foi causada por rickettsiose.
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