domingo, 16 de janeiro de 2011

Isolamento do Sorotipo DENV4 em Manaus

MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Departamento de Vigilância Epidemiológica
Esplanada dos Ministérios, Edifício Sede, 1º andar, Ala Sul
70.058-900 Brasília-DF Tel. 3315 2755/2812

NOTA TÉCNICA Nº 3 CGPNCD/DEVEP/SVS/MS
FVS/SES-AM
SMS-MANAUS
Atualização em 05/01/2011

Assunto: Isolamento do sorotipo DENV 4 em Manaus/AM

No dia 3 de janeiro de 2011, o Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) comunicou a Secretaria de Vigilância em
Saúde/SVS/MS, a Fundação de Vigilância em Saúde/SES/AM e a Secretaria de Saúde do Município de Manaus a
confirmação de um caso de dengue causado pelo sorotipo 4 do vírus (DENV4). Esse caso foi identificado a partir de
14 amostras encaminhadas ao IEC pela vigilância de dengue do município de Manaus. Dessas amostras, oito foram
negativas, 4 ainda estão em processamento, uma foi positiva para o sorotipo 2 e uma positiva para o sorotipo 4. Após
a realização da investigação preliminar, constatou-se que o paciente é do sexo masculino, de 13 anos, morador do
bairro do Coroado em Manaus, sem história de deslocamento para áreas de reconhecida circulação do sorotipo 4,
portanto considerado caso autóctone (transmissão ocorrida em Manaus). Com as informações disponíveis até o
momento este evento não apresenta vínculo com a ocorrência de um surto de dengue pelo mesmo sorotipo ocorrido
em Roraima nos meses de julho a setembro de 2010. O município de Manaus apresentou resultado do LIRAa de
1,5%, realizado em outubro de 2010, considerado situação de alerta. No ano de 2010 houve circulação simultânea
dos sorotipos DEN-1 e DEN-2.

A Fundação de Vigilância em Saúde/SES/AM e a Secretaria de Saúde do Município de Manaus iniciaram,
imediatamente, as ações abaixo relacionadas visando minimizar o impacto da transmissão pelo DENV4:
1. Investigação de campo para a determinação da amplitude da circulação do DENV-4 na área de ocorrência do
caso, com visitas casa a casa pelos agentes de saúde para identificação de novos casos suspeitos;
2. Ampliação do sistema de monitoramento da circulação viral em serviços de saúde estratégicos do município;

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Luz artificial pode afetar qualidade do sono, pressão sanguínea e diabetes

DE SÃO PAULO

A exposição à luz elétrica antes de dormir pode interferir na qualidade do sono, na pressão arterial e no risco de diabetes.

É o que sugere um novo estudo conduzido por pesquisadores do Hospital Brigham and Women's e da Escola de Medicina de Harvard, EUA. A pesquisa será publicada no "Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism", periódico da Sociedade de Endocrinologia dos EUA.

Segundo o estudo, a luz do quarto pode afetar os níveis de melatonina e interferir em processos fisiológicos controlados por esse hormônio, como o sono e a regulação da temperatura, da pressão sanguínea e dos níveis de glicose.

A melatonina é produzida durante a noite pela glândula pineal, localizada no cérebro. Além de regular o ritmo circadiano (sono e vigília), já se mostrou que o hormônio pode baixar a pressão sanguínea e a temperatura do corpo, e ser usado como alternativa no tratamento de insônia, hipertensão e câncer.

O estudo buscou avaliar se a exposição à luz do quarto durante a noite poderia inibir a produção de melatonina.

Para isso, foram avaliados 116 voluntários, entre 18 e 30 anos, que ficaram expostos à luz do quarto ou a uma luz mais fraca durante as oito horas que precedem o sono, por cinco dias consecutivos.

Um cateter intravenoso foi aplicado no antebraço dos participantes para realizar a coleta periódica do plasma sanguíneo e fazer a medição dos níveis de melatonina.

Os resultados mostraram que a exposição à luz do quarto reduzia em mais de 50% os níveis de melatonina.

Folha.com - Equilíbrio e Saúde - Teste de vacina contra malária mostra proteção de longa duração - 14/01/2011

Folha.com - Equilíbrio e Saúde - Teste de vacina contra malária mostra proteção de longa duração - 14/01/2011

G1 - MEC divulga notas mínima e máxima das provas do Enem - notícias em Vestibular e Educação

G1 - MEC divulga notas mínima e máxima das provas do Enem - notícias em Vestibular e Educação

Aproveite o início do ano para aprimorar seu currículo

O currículo é, na grande maioria das vezes, o primeiro contato do empregador com quem deseja o emprego. Por isso, a apresentação do histórico profissional deve ser o melhor possível.

Steve Morris, diretor da Bruton Morris Consultancy, e Graham Willcocks, especialista em temas de gestão, comunicação e habilidade interpessoais e diretor da Wesley House Consultans, dão dicas fundamentais no livro "Como Redigir um Currículo", título da série "Habilidades Diretivas".

Divulgação

Currículo diferenciado tem mais chances de conseguir uma vaga
Segundo os especialistas, para as empresas o currículo é um indício do esmero e da dedicação ao trabalho, além de eliminar formulários e servir como arquivo caso surjam novas vagas.

As etapas que devemos seguir para preparar o histórico são:

Buscar as informações sobre si mesmo (pontos fortes e experiências);
Informar-se sobre a empresa para onde vai enviar o documento;
Escolher o formato dependendo das circunstâncias;
Evitar erros de português;
Imprimi-lo e revisá-lo;
Escrever uma carta de apresentação clara e atraente.
Graham e Steve afirmam que qualquer um é capaz de completar a tarefa em uma semana e explicam que devemos nos concentrar no essencial, sem rodeios. Um bom currículo deve ser claro e ágil.

Justiça proíbe UFRJ de reservar vagas só para alunos da rede pública do Rio

FABIANA REWALD
DE SÃO PAULO

A Justiça Federal decidiu que a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) não pode privilegiar alunos do Estado do Rio em seu processo seletivo.

UFRJ cria cota para alunos da rede pública

Em edital complementar publicado em dezembro, a universidade determinou que parte das vagas para candidatos com melhor nota no Enem fosse reservada a alunos que estudaram em escolas públicas fluminenses (estaduais, municipais ou da Fundação de Apoio à Escola Técnica).

A UFRJ oferece vagas por meio do vestibular e do Sisu --sistema do Ministério da Educação que usa a nota no Enem. Das 9.000 vagas, 60% estarão no Sisu e 1.642 delas foram reservadas para alunos que fizeram o ensino médio na rede pública do Rio.

Motivada por uma ação civil pública do Ministério Público Federal, a decisão da 14ª Vara Federal do Rio de Janeiro prorrogou as inscrições das vagas reservadas no Sisu para o dia 20. As inscrições no Sisu vão de domingo até o dia 18 (terça-feira).

De acordo com a decisão da Justiça, agora podem concorrer a essas vagas candidatos que fizeram o ensino médio na rede pública de qualquer Estado do país. Segundo o Ministério Público Federal, ao restringir o acesso aos estudantes de outros Estados, a UFRJ fere o princípio constitucional da igualdade.

A reportagem procurou, na noite desta sexta-feira, a vice-reitoria, a pró-reitoria de graduação e a assessoria de imprensa da UFRJ, mas não obteve resposta aos recados deixados.

MEC divulga notas do Enem 2010; consulte

Da Redação
Em São Paulo
A divulgação das notas estava prevista para a sexta-feira (14), mas foi adiantada.

A escala de notas vai de 0 a 1.000. Ao contrário de avaliações tradicionais, o Enem usa a TRI (Teoria de Resposta ao Item). Quanto mais perto sua nota estiver do zero, pior; quanto mais perto do 1.000, melhor.

Com o resultado, será possível realizar inscrição no Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do primeiro semestre de 2011. O sistema, que oferecerá 83.125 vagas em instituições públicas de ensino superior, abre inscrições na internet neste domingo (16). O prazo termina na terça-feira, 18 de janeiro.

Vagas
VEJA QUANTAS VAGAS SERÃO OFERECIDAS PELO SISU

Clique no mapa para acessar a lista de instituições públicas
A oferta de vagas representa aumento de 77% em relação à edição do primeiro semestre de 2010, quando foram ofertadas 47,9 mil. Já é possível consultá-las no http://sisu.mec.gov.br/.

As oportunidades estão distribuídas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais, 36 institutos federais, dois centros federais de educação, 5 universidades estaduais e a Ence (Escola Nacional de Ciências Estatísticas), ligada ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Como funciona o Sisu
As regras para o processo do primeiro semestre de 2011 serão as mesmas aplicadas na última seleção, no segundo semestre de 2010. Haverá uma etapa de inscrição, em que o candidato poderá optar por duas graduações, de acordo com sua ordem de preferência.

Durante o período de inscrições será possível alterar a inscrição, com base na nota de corte divulgada ao fim de cada dia. Cada alteração invalidará a opção feita anteriormente. As inscrições ocorrem no http://sisu.mec.gov.br/, das 6h às 23h59 (horário de Brasília (DF)), de 16 a 18 de janeiro.

Ao final das inscrições, serão realizadas três chamadas e, em cada uma delas, o candidato terá um prazo para efetuar a matrícula na instituição em que foi selecionado. Os selecionados na primeira opção não serão convocados nas chamadas posteriores – nem mesmo aqueles que não fizeram a matrícula.

Ao final das três chamadas, caso ainda haja vagas, as instituições convocarão os candidatos a partir da lista de espera gerada pelo sistema.

Cronograma
16 a 18 de janeiro: inscrições pelo http://sisu.mec.gov.br/;
22 de janeiro: primeira chamada;
25, 26 e 27 de janeiro: matrícula da 1ª chamada;
1º de fevereiro: segunda chamada;
3 e 4 de fevereiro: matrícula da 2ª chamada;
10 de fevereiro: terceira chamada;
11 e 14 de fevereiro: matrícula da 2ª chamada;
11 a 15 de fevereiro: confirmação de interesse na lista de espera (somente para quem não foi selecionado);
18 de fevereiro: início do prazo que as instituições têm para convocar candidatos a vagas remanescentes (o estudante deve obter informações com a faculdade em que pretende estudar sobre como será feita a divulgação).
Outras informações podem ser obtidas no edital do Sisu, na central de atendimento do MEC (0800 616161) ou no site do ministério.



Instituições participantes
Universidades Federais
Fundação Universidade Federal De Ciências Da Saúde De Porto Alegre – 408;
Fundação Universidade Federal De Viçosa – 636;
Fundação Universidade Federal Do ABC – 1.700;
Fundação Universidade Federal Do Pampa – 2.725;
Fundação Universidade Federal Do Tocantins – 402;
Fundação Universidade Federal Do Vale Do São Francisco – 1.330;
Universidade Federal Da Paraíba – 809;
Universidade Federal De Alfenas – 1.037;
Universidade Federal De Goiás – 206;
Universidade Federal De Itajubá – 990;
Universidade Federal De Juiz De Fora – 176;
Universidade Federal De Lavras – 591;
Universidade Federal De Mato Grosso – 5.168;
Universidade Federal De Mato Grosso Do Sul – 3.920;
Universidade Federal De Ouro Preto – 1.218;
Universidade Federal De Pelotas – 3.076;
Universidade Federal De Pernambuco – 25;
Universidade Federal De Roraima – 202;
Universidade Federal De São Carlos – 2.553;
Universidade Federal De São João Del Rei – 166;
Universidade Federal De São Paulo – 2.041;
Universidade Federal De Uberlândia – 312;
Universidade Federal Do Acre – 70;
Universidade Federal Do Amazonas – 1.864;
Universidade Federal Do Ceará – 5.724;
Universidade Federal Do Estado Do Rio De Janeiro – 1.195;
Universidade Federal Do Maranhão – 1.918;
Universidade Federal Do Paraná – 524;
Universidade Federal Do Piauí – 2.893;
Universidade Federal Do Recôncavo Da Bahia – 1.320;
Universidade Federal Do Rio De Janeiro – 4.925;
Universidade Federal Do Rio Grande – 2.439;
Universidade Federal Do Rio Grande Do Norte – 245;
Universidade Federal Dos Vales Do Jequitinhonha E Mucuri – 691;
Universidade Federal Fluminense – 863;
Universidade Federal Rural De Pernambuco – 1.639;
Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro – 1.910;
Universidade Federal Rural Do Semi-Árido – 1.015;
Universidade Tecnológica Federal Do Paraná – 3.150.

Institutos Federais
Centro Federal De Educação Tecnológica Celso Suckow Da Fonseca – 602;
Centro Federal De Educação Tecnológica De Minas Gerais – 75;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Baiano – 390;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Catarinense – 870;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Da Bahia – 547;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Da Paraíba – 930;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Alagoas – 311;
Instituto Federal De Educação, Ciencia E Tecnologia De Brasilia – 10;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Goiás – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Pernambuco – 310;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Rondônia – 3;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Roraima – 210;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Santa Catarina – 494;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De São Paulo – 900;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia De Sergipe – 310;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Acre – 150;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Amapá – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Amazonas – 160;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Ceará – 1.750;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Espírito Santo – 766;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Maranhão – 1.110;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Norte De Minas Gerais – 345;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Pará – 695;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Paraná – 220;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Piauí – 1.070;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio De Janeiro – 960;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Norte – 350;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Rio Grande Do Sul – 560;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sertão Pernambucano – 549;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sudeste De Minas Gerais – 374;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Sul De Minas Gerais – 285;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Tocantins – 289;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Do Triângulo Mineiro – 44;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Farroupilha – 183;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Fluminense – 200;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Goiano – 307;
Instituto Federal De Educação, Ciência E Tecnologia Sul-Rio-Grandense – 150;
Instituto Federal De Mato Grosso Do Sul – 80.

Universidades Estaduais
Universidade Do Estado Da Bahia – 532;
Universidade Estadual De Mato Grosso Do Sul – 2.350;
Universidade Estadual Do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – 526;
Universidade Estadual Do Rio Grande Do Sul – 422;
Centro Universitário Estadual Da Zona Oeste – 220;
Escola Nacional De Ciências Estatísticas – 120.

Outras informações podem ser obtidas no site do MEC.


Polêmica no exame
Após os problemas ocorridos na aplicação do Enem, feita em 6 e 7 de novembro de 2010, o MEC aplicou uma nova edição do primeiro dia do exame apenas para os estudantes prejudicados.

O exame também enfrenta ação na Justiça impetrada pelo MPF (Ministério Público Federal) do Ceará, que solicitou o cancelamento do exame. A DPU (Defensoria Pública da União) do Ceará se juntou ao MPF do Estado no pedido de anulação do Enem 2010.

Houve ainda uma tentativa de fraude em Juazeiro (BA). Duas pessoas foram indiciadas por violação de sigilo de um dos textos de apoio do tema de redação do exame. A pena para o crime pode chegar a seis anos de reclusão.

Árvores criam raízes em excesso para usá-las como armas, diz ecólogo

SINDYA N. BHANOO
DO "THE NEW YORK TIMES"

As árvores possuem muito mais raízes do que precisam para capturar nutrientes do solo, diz Ray Dybzinski, ecólogo da Universidade de Princeton (EUA). Mas para que servem essas raízes extras?

Usando um software para prever os padrões de crescimento em florestas ao longo do tempo, Dybzinski e seus colegas afirmam que as raízes superabundantes funcionam como armas para evitar o crescimento de outras árvores.

Criar raízes exige energia, e a abordagem mais "eficiente" seria cada árvore ter apenas a quantidade suficiente para capturar a água e os nutrientes de que precisa.

Mas ao invés disso, relatam os cientistas em "The American Naturalist", as árvores criam raízes a mais provavelmente não para ajudá-las a crescer com mais êxito, mas para fazer com que outras árvores enfrentem dificuldades ao crescer.

No sistema resultante, as árvores que produzem menos raízes saem perdendo.

SXC

Cientistas afirmam que raízes extras de árvores servem para dificultar crescimento de outras árvores ao redor
O comportamento é análogo à batalha entre árvores para crescer mais alto e obter o máximo de luz do sol, explica Dybzinski.

"Elas estão lutando para permanecer sob a luz, e isso não é bem o ideal", diz ele. "Se elas pudessem de alguma forma concordar em cooperar, e não competir, todas poderiam ficar próximas ao solo e usar aquela energia para alguma outra coisa, como criar sementes."

Embora o estudo tenha se baseado em árvores de climas temperados, os pesquisadores também pretendem mapear o crescimento de árvores nos trópicos e nas savanas.

Science fortunes of Balkan neighbours diverge (Nature)

Published online 12 January 2011 | Nature 469, 142-143 (2011) | doi:10.1038/469142a
Corrected online: 12 January 2011
Corrected online: 14 January 2011
News
Science fortunes of Balkan neighbours diverge
Romanian researchers' prospects improve, whereas scientists in Bulgaria face a bleak future.

Alison Abbott


Students at Sofia University have joined protests over Bulgaria's plans to cut research and education funds.D. DILKOFF/AFP/GETTY
When Bulgaria and Romania joined the European Union (EU) in 2007, ambitious scientists there hoped that it would swiftly disperse the lingering legacies of 40 years of communist rule. Science had been blighted by a lack of competition, minimal funding and an old guard so desperate to cling on to its privileges that fresh blood was denied the opportunity to build a research career.

Four years later, these neighbouring cash-strapped countries on the southeastern edge of the EU remain close neighbours at the bottom of EU league tables of research expenditure and research output statistics (see 'The spending gap'). But their scientific fates may be set to diverge dramatically.

Last year, Bulgaria slashed the budget of its Academy of Sciences by 38% to 60 million leva (US$40 million), forcing some scientists to take unpaid leave. It reportedly reduced the budget of its granting agency by more than half, and will maintain those funding levels in 2011. It is also poised to make organizational changes that scientists fear will foster mediocrity.


SOURCE: EUROSTAT

Over the same period, Romania has trimmed funding of the Romanian Academy by just 3%, and increased the budget of its granting agency by 44% to 1.5 billion lei (US$0.5 billion). In a drive to improve the standard of Romanian science, the government last week approved a hard-won law that enforces strict quality control on universities and introduces tough rules for funding evaluation and peer review.

Romanian scientists working outside the country say that the changes give them hope of some day being able to continue their research careers back home. Meanwhile, the Bulgarian diaspora despairs.

These opposing outlooks show how joining the EU does not guarantee a successful scientific transformation, despite the access it offers to outside money and expertise, and the EU's focus on innovation. For science to flourish, national political will is crucial.

A tale of two countries

After Bulgaria and Romania became democracies in 1990, both attempted to reform their research organizations and universities along Western lines. Early on in the process, they gave autonomy to their respective scientific academies, learned societies that also run extensive networks of research institutes and that were under state control in Soviet times. But little reform accompanied that autonomy, a matter of political concern for many years.

In November 2010, the Bulgarian science and education minister, Sergei Ignatov, proposed an amendment to the law governing the Bulgarian Academy of Sciences (BAS) that would bring its institutes back under the control of the ministry, with each institute funded separately, leaving the academy as a learned society. The amendment, expected to be approved in the next month or so, does not outline how the ministry would safeguard the scientific objectives of the institutes. Scientists fear that the institutes will be closed or deprived of the opportunity to do internationally relevant research.

Enraged BAS scientists were already reeling from the 38% annual budget cut, part of a government-wide austerity programme, which targeted science in particular. They took to the streets in weekly demonstrations, and have since launched an online petition, which has been signed by more than 7,000 scientists around the world, including eight Nobel laureates and five recipients of the mathematics Fields Medal. Peter Gruss, president of Germany's Max Planck Society, has written directly to the BAS president offering moral support.

"I worry most about keeping our young scientists," says Tsvetan Dachev, a space scientist at the BAS Space and Solar-Terrestrial Research Institute in Sofia. "They earn just €175 [US$227] a month, not enough to live on." Last year, 670 scientists left the academy and were not replaced — 460 retired and most of the rest were young scientists who no longer see a future there.

Things are not much better at Bulgaria's universities, which will see an overall budget cut of 21% to €170 million this year compared with 2009. The large and research-intensive University of Sofia — which alone generates 30% of Bulgaria's scientific papers and patents — has to cope with a 23% cut in its 2009 budget to €18 million. "This is creating tensions between faculties, which are now fighting over tightened resources, and it's not pleasant," says Georgi Vayssilov, a chemist at Sofia. "Faculties such as chemistry and physics need more money for teaching, but our income is based on student number, so we are suffering a lot."

Vayssilov, like most of his colleagues, is also concerned about a law approved last month that allows universities to make their own rules for academic appointments and offers no guidelines or criteria. Consequently, one university might only appoint professors with strong publication lists, he says, whereas another might decide a couple of negligible publications would suffice, opening the door to cronyism.

Meanwhile, the country's granting agency, the National Science Fund, put out no general calls for proposals last year, and funding of some ongoing projects has been stopped or reduced. No new calls are expected this year.

Tough battle

Until recently, scientists in Romania were in similar despair. In 2008, the country slipped into recession, and the unstable coalition government slashed the 2009 research budget by nearly 50%. But the next coalition government, which came into power at the end of that year, took a different view: a huge budget hike this year comes close to returning research spending to 2008 levels. Unlike Bulgaria, Romania is continuing to bolster its research infrastructure, using EU structural funds for regional development.


Daniel Funeriu: “Winning this battle was tougher than any chemical synthesis I have done.”R. CHIRITA/MEDIAFAX FOTO
Crucially, the country is introducing legislation to ensure the new funding is spent well. Research and education minister Daniel Funeriu, a former research chemist who spent most of his adult life abroad, championed an extensive and detailed education law that brings nearly all aspects of university governance, academic hiring practices, evaluation and guidelines for good scientific practice — complete with penalties for academic misdemeanours — into line with other European countries.

The law expressly forbids nepotistic appointments, and also bars rectors from concurrently holding other positions of power that may pose a conflict of interest, such as being a member of parliament. "If these things didn't happen, we wouldn't have had to write them into the law," says Funeriu.

The draft law met huge resistance in parliament, in large part owing to the influence of several members who are also university rectors. The parliamentary education committee was particularly offended by a paragraph stating that the first round of quality assessment for universities must be done by foreign scientists. In the end, the government decided to force the bill through parliament with a vote of confidence, bypassing some of the parliamentary procedures that were blocking it. After being endorsed by the country's constitutional court on 4 January, the bill became law.

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The government is now launching schemes to bring Romanian science into the international arena. In 2010 the country became a full member of CERN, the European particle-physics facility near Geneva, Switzerland, and also became a founding member of two major European facilities: the Extreme Light Infrastructure, which will develop the world's most intense lasers to study matter at high energies, and the particle accelerator Facility for Antiproton and Ion Research in Darmstadt, Germany. This year it is also planning to launch a twinning scheme, which would allow scientists working abroad to set up a parallel lab in Romania. That way they could contribute to science in Romania without having to risk leaving a good job elsewhere; and local staff would benefit from greater contact with international science.

Funeriu says that it has been a hard fight to get to this stage, but he is now optimistic for the future of Romanian science. "Winning this battle was tougher than any chemical synthesis I have done," he says.

See Editorial, page

Nature : Science jobs from naturejobs

Post Doctoral Fellow in Bioinformatics
The Hong Kong University of Science and Technology
Hong Kong
Genetics Instructor
Harvard Medical School
Southborough, MA
Hydration & Kidney health Senior Scientific
Danone Research
Palaiseau, France

The International Year of Chemistry is under way. Chemists should celebrate their discipline's past as the foundation of other fields, and face the future with increasing confidence.

Subject terms:Chemistry Communication Research community
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Online collection

“Chemistry can be a good and bad thing,” said US comedian Adam Sandler. “Chemistry is good when you make love with it. Chemistry is bad when you make crack with it.”

The plentiful good points of chemistry are to be promoted to the public this year. Under the official United Nations banner of the International Year of Chemistry, chemists across the world are to join hands to celebrate their subject. Why 2011? Formally, it is to mark the 100th anniversary of Marie Curie receiving the Nobel Prize in Chemistry, for her discovery of radium and polonium. Informally, chemists are no doubt keen for their time in the sun. Last year was the Year of Biodiversity and 2009 was the Year of Astronomy. The International Polar Year stretched from 2007 into 2008, and 2005 was the Year of Physics. Chemistry's time has surely come — it is 350 years, after all, since Robert Boyle published The Sceptical Chymist and put the discipline firmly on the modern scientific map (see page 30).

It is regrettable for chemistry's champions that its iconic figures have to be shared with other disciplines. In the English-speaking world, Boyle is perhaps most commonly associated with his law relating the pressure and volume of a gas, and so with physics. And he is not the only shared standard bearer. Even the organizers of this year's chemistry extravaganza are trading on the reputation of someone whose fame relies heavily on her fatal fascination with radioactivity, for which Curie was awarded the 1903 Nobel Prize in Physics.

“There is no shortage of problems to which chemists can contribute solutions.”
This situation is even more acute in modern research. Chemistry is often central, with principles and discoveries that enable work in other subjects. Its ability to react and rearrange matter for applications such as energy storage, new materials and more efficient industrial processes is vital for modern technology. Yet often, other disciplines such as materials science emerge as the public faces of such successes.

Unsung heroes
Nature drew attention to this syndrome in 2001 (Nature 411, 399; 2001). The “lack of an accurate and identifiable chemistry 'brand' means that the discipline is easily misunderstood”, we wrote, “and those working in it are frequently under-appreciated”. A decade on, this has become a popular cause for those who seek to promote the benefits of the chemical sciences. The organizers of this year's celebration, for example, want to “improve the understanding and appreciation of chemistry by the public” and “promote the role of chemistry in contributing to solutions to global challenges”.

There is no question that chemistry's important advances often lack the widespread recognition they deserve. What can be done to change this? Although chemists are right to stress that their work underpins much of modern science, those foundations are rarely acclaimed. But perhaps chemistry has less a problem of public image than a lack of desire to assert itself. For beneath the utilitarian way that chemistry feeds into other disciplines, it has a rare and wonderful majesty on its own terms. Perhaps this is satisfaction enough for many. Witness this week's issue of Nature: alongside varied perspectives about chemistry and its future (see page 23), we publish three important papers across the field, in supramolecular chemistry, organic chemistry and biochemistry (see pages 72, 76 and 116). And as the year unfolds, we intend to publish more outstanding research from the molecular sciences, as well as a series of reviews on some of the most compelling topics in the field.

Nevertheless, as science funding becomes more competitive and is judged on visible results, the organizers of the chemistry year are right to seek credit where it is due. Perhaps the spotlight will shift towards chemists as boundaries between fields continue to blur. As biologists, for instance, zoom in on the action of molecules to probe physiological and cellular processes, including how cells communicate, they are effectively working as chemists — albeit chemists who work with oversized molecules.

There are other ways to boost the profile of chemistry. In biology papers, and many synthetic-chemistry papers, key basic-chemistry references — descriptions of synthesis and characterization of individual compounds — are often relegated to supplementary information, where they can languish unnoticed and uncredited. Chemists often grumble that citation analysis should be changed to account for this.

Global reach
One important function of the year of chemistry will be to bring to light hidden contributions to science and society at large. Certainly, there is no shortage of global problems to which chemists can contribute solutions, such as the search for clean energy. And the Royal Society of Chemistry in London claims that some 20% of Britain's gross domestic product is already down to the work of chemists.

Chemistry is a mature field, but its exciting, productive and influential days are far from over. In the past few years alone, Nature has published cutting-edge research from chemists across the discipline. Some have probed the properties of the emerging material graphene (see page 14) and experimented with the new tool of DNA nanotechnology to design and assemble molecular machinery. Others have published details of new and improved materials for energy-storage devices. Organic chemists have shown how complex molecules can be made without the need for the sheltering protective groups commonly used to shield fragile molecules from decomposition during reactions. And the use of gold nanoparticles in oxidation reactions has revealed fundamental details of catalysis — the engine of much of chemistry and of life — and bolstered the wider work of chemists who strive to develop cleaner and less polluting industrial processes (see page 18).

If chemistry can truly be both good and bad, as Sandler observed, then much the same can be said for all the sciences, as for all human endeavour. But when chemistry is good, it is very, very good. It deserves its celebration.

Nature : Oligodendrocyte Precursor Immortalized Cell Line

TAGS:
Chemistry, Nature, Life Sciences, Global Health, Business/Entrepreneurship, Requests for Partners and Suppliers, Theoretical-licensing
AWARD: $20,000 USD | DEADLINE: 1/19/11 | ACTIVE SOLVERS: 117 | POSTED: 11/19/10
A conditionally immortalized oligodendrocyte precursor cell line is required to advance research into therapies for multiple sclerosis (MS).

This is a Theoretical Challenge which requires a written proposal only. Awards will be made at the discretion of the Seeker after theoretical evaluation of the submissions. The Seeker retains the right to make partial awards should the awarded solution not meet all the Technical Requirements or Project Criteria. The Seeker wishes to engage successful Solvers to implement winning submissions and deliver cell lines in a second phase of this Challenge.

Source: InnoCentive Challenge ID: 9864299


Challenge Overview
A well reasoned plan for development of a physiologically & functionally relevant oligodendrocyte precursor cell line is required. The resulting cell line should remain in an undifferentiated state during proliferative cell culture in the presence of serum & absence of growth factors. The cell line should also show the expected differentiation in response to the stimuli listed in the Challenge Technical Requirements.

The Seeker wishes to engage winning Solvers to implement successful plans and ultimately deliver a validated cell line.

Nature: Majestade suavizado Química

Natureza 469 , 5 (06 de janeiro de 2011) doi: 10.1038/469005a
Publicado on line 05 de janeiro de 2011
O Ano Internacional da Química está em curso. Químicos deve comemorar passado de sua disciplina como a fundação de outros campos, e encarar o futuro com o aumento da confiança.

termos Assunto:Química Comunicação comunidade de investigação
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"A química pode ser uma coisa boa e ruim", disse o comediante Adam Sandler EUA. "Química é bom quando você faz amor com ele. Química é ruim quando você fazer o crack com ele. "

Os bons pontos abundante de química estão a ser promovidos para o público este ano. Sob a bandeira oficial das Nações Unidas do Ano Internacional da Química, químicos em todo o mundo estão a unir as mãos para celebrar o seu assunto. Por que 2011? Formalmente, é para marcar o 100 º aniversário de Marie Curie recebem o Prêmio Nobel de Química por sua descoberta do rádio e polônio. Informalmente, os químicos são, sem dúvida afiado para o seu tempo no sol. No ano passado foi o Ano da Biodiversidade e 2009 foi o Ano da Astronomia. O Ano Polar Internacional se estendia desde 2007 em 2008 e 2005 foi o Ano Internacional da Física. É hora de Química Chegou seguramente - é de 350 anos, afinal de contas, desde que Robert Boyle publicou O Chymist Cético e colocar a disciplina científica firmemente no mapa moderno (ver página 30 ).

É lamentável para os campeões da química que suas figuras icônicas tem que ser compartilhada com outras disciplinas. No mundo de fala Inglês, Boyle é talvez o mais comumente associado com a sua legislação relativa a pressão eo volume de um gás, e assim com a física. E ele não é portador apenas compartilhada padrão. Mesmo os organizadores do espetáculo deste ano, a química está negociando sobre a reputação de alguém cuja fama depende fortemente de seu fascínio fatal com radioatividade, para o qual Curie foi premiada com o 1903 do Prêmio Nobel em Física.

"Não há escassez de problemas a que os químicos podem contribuir com soluções".
Esta situação é ainda mais crítica na pesquisa moderna. Química é muitas vezes central, com os princípios e as descobertas que permitem trabalhar em outros assuntos. Sua capacidade de reagir e reorganizar a matéria para aplicações tais como armazenamento de energia, novos materiais e processos industriais mais eficientes é fundamental para a tecnologia moderna. No entanto, muitas vezes, outras disciplinas como a ciência dos materiais emergir como o público tem de sucessos como.

Unsung Heroes
Natureza chamou a atenção para esta síndrome em 2001 ( Nature 411 , 399 , 2001 ). A "falta de química do tipo 'significa' preciso e identificável uma que a disciplina é facilmente mal interpretada", que escreveu, "e aqueles que nela trabalham são frequentemente subestimados". Uma década depois, este tornou-se uma causa popular para aqueles que procuram promover os benefícios das ciências químicas. Os organizadores da festa deste ano, por exemplo, querem "melhorar a compreensão e apreciação da química por parte do público" e "promover o papel da química em contribuir com soluções para desafios globais".

Não há dúvida de que importantes avanços da química muitas vezes falta o reconhecimento generalizado de que eles merecem. O que pode ser feito para mudar isso? Embora os químicos têm razão em sublinhar que o seu trabalho sustenta grande parte da ciência moderna, essas fundações raramente são aclamados. Mas talvez a química tem menos um problema de imagem pública do que uma falta de vontade de se afirmar. Para sob a forma utilitarista que a química feeds em outras disciplinas, tem uma rara e maravilhosa majestade em seus próprios termos. Talvez esta seja a satisfação suficiente para muitos. Testemunha edição desta semana da Nature : ao lado variedade de perspectivas sobre a química eo seu futuro (ver página 23 ), publicamos três trabalhos importantes em todo o campo, em química supramolecular, química orgânica e bioquímica (ver páginas 72 , 76 e 116 ). E como o ano se desenrola, pretendemos publicar uma investigação mais proeminentes das ciências moleculares, bem como uma série de opiniões sobre alguns dos temas mais atraentes da área.

No entanto, como o financiamento da ciência torna-se mais competitivo e é avaliado pelos resultados visíveis, os organizadores da campanha de química têm o direito de buscar crédito onde é devido. Talvez o foco se deslocará para químicos como as fronteiras entre os campos continuam a se confundir. Como os biólogos, por exemplo, ampliar a ação de moléculas para testar os processos fisiológicos e celulares, incluindo a forma como as células se comunicam, eles estão efetivamente trabalhando como químicos - embora os químicos que trabalham com as moléculas de grandes dimensões.

Há outras maneiras de aumentar o perfil da química. Em trabalhos de biologia, e muitos trabalhos de síntese química, as referências fundamentais da química de base - as descrições de síntese e caracterização de compostos - são muitas vezes relegados para informações complementares, onde elas podem definhar despercebido e sem créditos. Os químicos freqüentemente reclamam que a análise de citações deve ser alterado para explicar isso.

Alcance global
Uma função importante do ano de química será trazer à luz contribuições ocultas para a ciência ea sociedade em geral. Certamente, não há escassez de problemas globais para que os químicos podem contribuir com soluções, tais como a busca de energia limpa. E a Royal Society of Chemistry em Londres, afirma que cerca de 20 % do produto interno bruto da Grã-Bretanha já está baixo para o trabalho de químicos.

A química é um campo maduro, mas a sua, produtiva e influente dias emocionantes estão longe de acabar. Em poucos anos passados sozinhos, Nature publicou resultados de pesquisa de ponta nas farmácias em toda a disciplina. Alguns têm sondado as propriedades do grafeno material emergentes ( ver página 14 ) e experiências com a nova ferramenta de DNA nanotecnologia para concepção e montagem de máquinas moleculares. Outros já publicou detalhes de melhoria e novos materiais para dispositivos de armazenamento de energia. Os químicos orgânicos mostraram como moléculas complexas podem ser feitas sem a necessidade de abrigar os grupos de proteção comumente usados para proteger as moléculas frágeis da decomposição durante as reações. E o uso de nanopartículas de ouro em reações de oxidação revelou detalhes fundamentais de catálise - o motor de grande parte da química e da vida - e reforçou o trabalho mais vasto de químicos que se esforçam para desenvolver mais limpo e menos poluente processos industriais (ver página 18 ).

Se a química pode ser verdadeiramente bons e maus, como Sandler observados, então o mesmo pode ser dito para todas as ciências, como para todos os esforços humanos. Mas quando a química é boa, é muito, muito bom. Ele merece a sua celebração.

Usina de urânio no Colorado gera conflito de interesses nos EUA

Construção de usina opõe moradores das cidades de Naturita e Telluride.
Projeto levaria à reabertura de antigas jazidas no Colorado e em Utah.
Kirk Johnson
Do NYT, em Naturita, Colorado
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O futuro da energia nuclear nos Estados Unidos está novamente em discussão, com suas vastas implicações, à medida que o aquecimento global revive a busca por fontes de energia que produzam menos gases de efeito estufa.

Mas em Naturita, no oeste do Colorado _ um dos primeiros lugares do mundo onde o urânio, principal combustível da energia nuclear, foi escavado em escala industrial _, o debate é ao mesmo tempo simples e complicado.

O projeto de uma nova usina de processamento de urânio, que levaria à reabertura de antigas minas no Colorado e em Utah, colocou as preocupações globais e locais em rota de colisão _ empregos, saúde, consciência de classes e memória histórica entre elas _ e sugere que, se o padrão daqui for mantido, haverá em breve um amargo debate nacional.

Portão lacrado de propriedade próxima a local proposto para construção de mina de urânio no Paradox Valley, em Naturita, no Colorado (Foto: Matthew Staver / The New York Times)


Telluride, a rica estação de esqui a uma hora de carro e um universo à parte em termos de dinheiro e influência, surgiu como um quartel-general da oposição à usina proposta, chamada Pinon Ridge, que seria a primeira nova instalação de processamento de urânio nos Estados Unidos em mais de 25 anos _ se aprovada pelo legislativo do Colorado, em janeiro.

Para moradores locais como Michelle Mathews, o fato de muitos opositores da usina serem de Telluride é um golpe crucial contra seus próprios argumentos.

"O povo de Telluride não tem nada a ver com nossa região", disse Mathews, de 31 anos, que trabalha como servente escolar e apoia veementemente a ideia de trazer de volta os empregos do urânio. "Nem todos querem dirigir até Telluride para limpar quartos de hotéis".

Aqui em Naturita e no conjunto de pequenas comunidades do Paradox Valley, onde a usina poderia ser construída (população total em torno de duas mil pessoas), o povo discorda não só sobre a percepção da usina, mas também sobre se o urânio, depositado aqui em tufos de cinzas vulcânicas há mais de 100 milhões de anos, era uma benção ou uma maldição. Minerais encontrados junto do urânio, especialmente o vanádio, usado no aço reforçado, desencadearam a primeira verdadeira febre, na década de 1930; o urânio para bombas e energia veio em seguida, num padrão de altos e baixos até a década de 1980 _ quando o programa de energia nuclear do país foi praticamente desativado.

Opositores dizem que a nostalgia pelos anos movimentados, nutrida por muitos moradores locais, é produto de um esquecimento intencional sobre as notórias mortes por câncer e destruições ambientais causados pelas minas de urânio. Eles também dizem que a empresa da usina está explorando cinicamente a ideia de um retorno aos bons tempos.

"Eles dizem que desta vez será diferente", afirmou Craig Pirazzi, carpinteiro que se mudou de Telluride para Naturita alguns anos atrás e hoje é membro da Associação de Sustentabilidade de Paradox Valley, contrária à usina. "Mas nossa oposição a essa proposta se baseia no desempenho da mineração de urânio na história, pois isso é tudo que temos _ e esses registros não são bons".

Os apoiadores, enquanto isso, dizem que os opositores de Pinon Ridge são culpados de propagar medos ignorantes sobre algo que não entendem. Mesmo a questão de quem tem o direito de se manifestar tornou-se um ponto de contenda. A usina seria uma preocupação puramente local de uma área pouco populosa, ou um assunto regional, mais amplo, que afetaria pessoas bem mais distantes com, digamos, partículas de poeira radioativa que poderiam ser liberadas?

"Eles estão dizendo que não querem isso em seus quintais _ agora, qual o tamanho do quintal deles?" questionou George Glasier, rancheiro local e um investidor que fundou a Energy Fuels, a empresa propondo a usina, onde é hoje acionista e conselheiro. A Energy Fuels é uma empresa de capital aberto com matriz no Canadá; uma subsidiária americana operaria a usina. Um estudo encomendado pela Aliança Sheep Mountain, o principal grupo opositor, onde Pizazzi também é membro, concluiu que o quintal para a Pinon Ridge seria realmente enorme _ muito maior do que sugerem os proponentes.

O rancheiro George Glasier, que fundou a Energy Fuels propondo a construção da usina (Foto: Matthew Staver / The New York Times)


Segundo autoridades da empresa, as minas de urânio que abasteceriam a usina de US$175 milhões, hoje fechadas, se estendem por 160 quilômetros ou mais, significando que caminhões de carga viajariam pelas estreitas estradas locais, levantando poeira que, diz o estudo, pode acabar no gelo da neve e no suprimento de água de toda a região. "Por um lado, estamos sendo hiper-zelosos ao dizer que seremos afetados pelos aspectos negativos disto", explicou Pirazzi. "Mas essa é uma preocupação válida _ nossa saúde, nosso ar, nossa água, tudo será afetado pela usina, e temos todo o direito de proteger nossos valores proprietários e nossa saúde".

Uma dinâmica oculta fundamental à discussão é que esta área quase sempre esteve fora de sintonia com a economia nacional.

Quando grande parte do país sofria com a Grande Depressão na década de 1930, por exemplo, mineiros locais e suas famílias prosperaram vendendo vanádio aos militares.

Outro pico veio nos anos 1950, durante a Guerra Fria, com o urânio para bombas. A economia se agitou mais uma vez na década de 1970, enquanto a crise de energia renovava o entusiasmo pela energia nuclear _ um período que terminou em lágrimas, com desastres envolvendo reatores em Three Mile Island, em 1979 na Pensilvânia, e Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.

A queda depois disso foi absoluta e profunda, com projetos para usinas de reatores sendo cancelados por todo o país. Minas e usinas do oeste, vendo secar a demanda por combustíveis nucleares, também fecharam. Atualmente, apenas uma usina de urânio está totalmente operacional nos Estados Unidos, em Blanding, Utah.

Os tempos de crise, por sua vez, deixaram a economia local ainda mais escrava de Telluride, que iniciou sua ascensão como cidade de esqui na década de 1980.

"Havia provavelmente 300 homens indo a Telluride para fazer carpintaria", afirmou David Helkey, de 50 anos, mecânico que viajou diariamente à cidade vizinha durante anos.

Depois da recessão, o mercado de temporada de Telluride _ estimulado pelo setor de construção _ também não é como costumava ser e, para muitos moradores, isso tornou a usina e a ideia de reabrir as minas muito mais atraente.

"Nossa economia simplesmente estacionou", contou Helkey.

Outros residentes daqui são mais fatalistas. Com ou sem riscos, dizem eles, o urânio é o que a geologia ofereceu a esta área. A maioria dos apoiadores da usina também afirma acreditar nos funcionários da Energy Fuels, que dizem que leis mais rígidas tornariam tudo diferente.

"Hoje isso é mais seguro",disse Sherri Ross, que trabalha na recepção do Hotel Ray, em Naturita, e passou sua infância em Uravan, uma cidade usineira a 24 quilômetros daqui que foi tão contaminada por radiação quando a usina fechou, na década de 1980, que a cidade inteira foi demolida e sepultada. Ross, de 51 anos, contou que o pai morreu de câncer e que ela culpa parcialmente a exposição à poeira radioativa _ além do hábito de fumar _, mas apoia entusiasticamente o retorno do urânio.

Os cerca de 300 novos empregos estimados pelos funcionários da Energy Fuels, principalmente em minas reabertas, dariam à região um arrendamento econômico sobre a vida, disse ela.
Outros veteranos do passado do urânio são cautelosos, mas marcados pela experiência.

Reed Hayes, de 73 anos, contou ainda ser assombrado por uma noite em julho de 1967, quando ele trabalhava numa usina em Moab, Utah, e caiu de uma passarela num tanque cáustico de pastilhas de urânio refinado, chamadas de "yellowcake", e ácido. Ele se demitiu um mês depois, mas tem sofrido desde então, disse ele, com feridas em diversas partes do corpo, inclusive no interior da boca.

"Disseram para nós que o urânio nunca nos causaria mal", disse Hayes, que lutou durante anos por alguma compensação. "Mas aprendi muito sobre ele _ que ele fez mal a muita gente, e matou muita gente".

E ele também mudou cada comunidade em que esteve. Moab havia sido a principal produtora de pêssegos do país, por exemplo _ cerca de 40 mil árvores, incluindo duas mil de propriedade do pai de Hayes, agraciavam a cidade. Tudo terminou no início da década de 1950, quando os pomares foram cortados para abrigar operários do urânio.

Apontando aos três majestosos pessegueiros crescendo atrás de sua casa no Paradox Valley, Hayes disse: "Nós plantávamos pêssegos do tipo 'elbertas'. São esses que tenho aqui também".

MEC divulga notas mínima e máxima das provas do Enem

Maior nota foi registrada em matemática, e menor em linguagens e códigos.
Estudantes podem consultar desempenho no site do Inep.
Do G1, em São Paulo
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O Ministério da Educação divulgou na tarde desta sexta-feira (14) as notas mínima e máxima tiradas pelos alunos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Em ciências humanas e suas tecnologias, a pontuação mínima foi de 265,1, e a máxima de 883,7. Em ciências da natureza e suas tecnologias, a nota mínima foi 297,3 e a máxima 844,7. Nas provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, a menor nota registrada foi 254 e a maior, 810,1. Em matemática e suas tecnologias, a nota mínima foi 313,4 e a máxima, 973,2.
Segundo o MEC, não há uma nota média. No entanto, para fazer as inscrições ao Programa Universidade para Todas (ProUni) é necessário ter tirado pelo menos 400 pontos, na média geral das quatro notas.
Os estudantes podem consultar as suas notas no site do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), informando seu CPF e senha. A nota das provas objetivas é calculada utilizando a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que permite a comparabilidade entre provas diferentes.
Estudantes relataram dificuldade para acessar as notas. Os jovens dizem ter problemas com as senhas que devem ser usadas para entrar no sistema. Além disso, há casos de anulação da prova do segundo dia.
O Ministério da Educação afirma que estudantes que tiverem problemas com a senha poderão recuperá-la no próprio sistema, mediante informação de CPF. A senha será encaminhada por e-mail ou SMS.
Inscrições para o SiSU
As inscrições para a primeira edição de 2011 do SiSU poderão ser feitas entre este domingo (16) e a próxima terça-feira (18), sempre das 6h às 23h59 (horário de Brasília). Pelo sistema, os estudantes que fizeram o Enem 2010 podem concorrer a 83.125 vagas em 83 instituições públicas de ensino superior.
As regiões Sudeste e Nordeste têm o maior número de vagas do SiSU. Do total de 83.125 vagas, 26.641 (32,05%) estão nos estados do Sudeste e 25.077 (30,17%) estão no Nordeste. Depois, vêm Sul, com 15.001 vagas (18,05%), Centro-Oeste, 12.201 (14,68%), e Norte, 4.205 (5,05%).
As vagas estão divididas entre universidades federais, com 62.076 vagas, institutos federais de educação tecnológica, com 16.879 vagas, universidades estaduais, com 4.050 vagas, e a Escola Nacional de Ciências Estatísticas, no Rio de Janeiro, com 120 vagas.

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Inscrições para o ProUni começam em 19 de janeiro, segundo MEC

Programa oferece bolsas em instituições de educação superior privadas.
Veja requisitos.
Do G1, em São Paulo
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As inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) começam na quarta-feira (19), segundo o Ministério da Educação (MEC). O programa oferece bolsas de estudos em instituições de educação superior privadas, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros, sem diploma de nível superior.
saiba mais
O programa oferece bolsa integral, para estudantes com renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio, e bolsa parcial, de 50%, a quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos. Os estudantes devem usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para se inscrever.
No primeiro semestre de 2011, poderá se inscrever o estudante que tiver participado do Enem de 2010 e obtido a nota mínima de 400 pontos na média das cinco notas obtidas nas provas do exame. O estudante não pode ter zerado na redação. Não são consideradas as notas obtidas nos exames anteriores.
Segundo o MEC, os resultados do Enem são usados como critério para a distribuição das bolsas de estudos, isto é, as bolsas são distribuídas conforme as notas obtidas pelos estudantes no Enem.
A lista das instituições participantes do processo seletivo, referente ao primeiro semestre de 2011, poderá ser consultada no site de inscrições do programa no período das inscrições

Educação, Aqui, É Sinônimo de Cultura!!!: Tire suas dúvidas sobre o Sistema de Seleção Unifi...

Educação, Aqui, É Sinônimo de Cultura!!!: Tire suas dúvidas sobre o Sistema de Seleção Unifi...: "Tire suas dúvidas sobre o Sistema de Seleção Unificada Inscrições serão abertas a partir das 6h deste domingo (16). Estudantes podem concorr..."

Tire suas dúvidas sobre o Sistema de Seleção Unificada

Tire suas dúvidas sobre o Sistema de Seleção Unificada
Inscrições serão abertas a partir das 6h deste domingo (16).
Estudantes podem concorrer a 83.125 vagas no ensino superior.
Do G1, em São Paulo
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As inscrições para a primeira edição de 2011 do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) poderão ser feitas entre este domingo (16) até a próxima terça-feira (18), sempre das 6h às 23h59 (horário de Brasília). Pelo sistema, os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 podem concorrer a 83.125 vagas em 83 instituições públicas de ensino superior.
Segundo o Ministério da Educação, as notas no Enem 2010 serão divulgadas até esta sexta-feira (14).
Abaixo, confira perguntas e respostas sobre o sistema:
O que é o SiSU?
É o sistema informatizado, gerenciado pelo Ministério da Educação, por meio do qual as instituições públicas de educação superior participantes selecionam novos estudantes exclusivamente pela nota obtida no Enem, realizado em 2010. O processo seletivo do SiSU a ser realizado no primeiro semestre de 2011 selecionará candidatos a vagas para ingresso em cursos no primeiro semestre e, em algumas instituições, também para o segundo semestre de 2011.
Quais as instituições e cursos participantes do processo seletivo 2011/1 do Sisu ?
Participam do processo seletivo 2011/1, 83 instituições de ensino superior, sendo 39 universidades federais, 05 universidades estaduais, 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e uma instituição isolada.
saiba mais
VEJA A OFERTAS DE VAGAS NO SISU EM CADA INSTITUIÇÃO
Inscrições para o SiSU começam em 16 de janeiro
Sudeste e Nordeste concentram 62% das vagas do SiSU
Quem pode se inscrever?
Os estudantes que fizeram o Enem 2010. É importante ressaltar que algumas instituições adotam notas mínimas para inscrição em determinados cursos. Nesse caso, no momento da inscrição, se a nota do candidato não for suficiente para concorrer àquele curso, o sistema emitirá uma mensagem com esta informação.
Como funciona o sistema?
Ao efetuar sua inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções nas vagas ofertadas pelas instituições participantes do SiSU. O candidato também deve definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência ou às vagas destinadas a políticas afirmativas (cotas). Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar suas opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada. Ao final da etapa de inscrição, o sistema seleciona automaticamente os candidatos melhor classificados em cada curso, de acordo com suas notas no Enem 2010.
Serão considerados selecionados somente os candidatos classificados dentro do número de vagas ofertadas pelo Sisu em cada curso, por modalidade de concorrência. Caso a nota do candidato possibilite sua classificação em suas duas opções de vaga, ele será selecionado exclusivamente em sua primeira opção. Serão feitas três chamadas sucessivas. A cada chamada, os candidatos selecionados têm um prazo para efetuar a matrícula na instituição, confirmando dessa forma a ocupação da vaga.
- Candidato selecionado em 1ª opção:
O candidato selecionado em sua primeira opção não participará da(s) chamada(s) subsequente(s), independentemente de efetuar ou não sua matrícula na instituição de ensino para a qual foi selecionado. Por isso, o estudante deve ficar atento aos prazos: se for selecionado em primeira opção, só terá esta oportunidade de fazer sua matrícula, pois não será convocado na(s) chamada(s) seguinte(s).
- Candidato selecionado em 2ª opção:
O candidato selecionado em sua segunda opção, tendo ou não efetuado a respectiva matrícula na instituição, continuará concorrendo, na(s) chamada(s) subsequente(s), à vaga que escolheu como primeira opção.
Assim, se o candidato já matriculado na sua segunda opção for selecionado na primeira opção (por desistência de candidatos selecionados, por exemplo) na(s) chamada(s) subsequente(s), a matrícula na vaga da primeira opção implicará no cancelamento automático da matrícula realizada anteriormente na segunda opção.
- Lista de espera:
Os candidatos não aprovados em sua primeira opção, em nenhuma das três chamadas, poderão constar da lista de espera do SiSU, desde que confirmem seu interesse na vaga, durante o período especificado. Esta lista de espera não irá considerar reservas de vagas para cotas e bônus eventualmente atribuídos pelas instituições à nota do candidato no SiSU. O uso da lista de espera do SiSU para convocação dos candidatos será feito a critério de cada instituição. O candidato selecionado na sua segunda opção de vaga poderá constar da lista de espera para o curso escolhido como sua primeira opção, independentemente de ter efetuado a matrícula referente à vaga escolhida como segunda opção.
Como é feita a inscrição no SiSU?
As inscrições dos candidatos são feitas exclusivamente pelo site do SiSU, sem pagamento de taxas. Ao se inscrever, o candidato deverá informar seu número de inscrição e sua senha no Enem 2010. O estudante deverá realizar o primeiro acesso ao SiSU com a sua senha do Enem. Caso o aluno não se lembre de sua senha, deverá recuperá-la no sítio do Enem. Posteriormente, poderá fazer a alteração desta senha no Sistema. Após o primeiro acesso, o SiSU importará os dados informados na inscrição do Enem e as notas obtidas pelo candidato no exame. Caso tenha havido alguma mudança nos seus dados cadastrais, o estudante deverá fazer a atualização no sistema. O sistema também solicitará que o candidato informe um e-mail válido. Muita atenção ao cadastrar o e-mail, pois somente por meio dele o estudante poderá, caso necessite, recuperar sua senha do SiSU.
As instituições adotam pesos diferentes para as notas do Enem 2010? Como o SiSU calcula a nota nestes casos?
Algumas instituições participantes do SiSU adotam pesos diferenciados para as provas do Enem 2010. Esta informação estará disponível para o candidato no momento da inscrição (ver botão "Qual a composição da minha nota nesta opção?"), que apresenta como o sistema efetuou o cálculo da nota). Assim, quando o candidato se inscrever para curso em que a instituição adotou peso diferenciado para determinada prova do Enem 2010, o sistema fará automaticamente o cálculo, de acordo com as especificações da instituição, gerando uma nova nota.
Como é calculada a nota de corte de cada curso que o SiSU informa como referência?
Uma vez por dia, o SiSU calcula a nota de corte (menor nota para ficar entre os potencialmente selecionados) para cada curso com base no número de vagas disponíveis e no total dos candidatos inscritos naquele curso, por modalidade de concorrência.
Atenção: A nota de corte é apenas uma referência para auxiliar o candidato no monitoramento de sua inscrição, não sendo garantia de seleção para a vaga ofertada. O sistema não faz o cálculo em tempo real e a nota de corte se modifica de acordo com a nota dos inscritos. A nota de corte só será informada pelo sistema a partir do segundo dia de inscrição.
Quais são os critérios de desempate?
No caso de notas iguais, o desempate entre os candidatos será efetuado considerando-se a seguinte ordem de critérios:
1) Maior nota obtida na redação;
2) Maior nota obtida na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias;
3) Maior nota obtida na prova de matemática e suas tecnologias;
4) Maior nota obtida na prova de ciências da natureza e suas tecnologias;
5) Maior nota obtida na prova de ciências humanas e suas tecnologias;
Como saber o resultado?
O resultado do candidato estará disponível neste portal, nas instituições participantes e na Central de Atendimento do MEC, no telefone 0800-616161. A primeira lista será divulgada em 22 de janeiro.
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FORÇA ASIÁTICA

Em sua sétima edição, o ranking também revela a forte presença das asiáticas. Entre as 50 melhores, o continente possui sete --China (2), Hong Kong (2), Japão, Coreia do Sul e Cingapura-- e, nessa faixa, já bate a Europa continental: Suíça (2), França (2), Alemanha e Suécia.

No entanto, se for incluído o Reino Unido, a balança pende para a Europa. A ilha detém quatro das 50 melhores universidades, três delas entre as dez primeiras (Cambridge, Oxford e Imperial College). Levando-se em conta o ranking completo, o Reino Unido (com 29) e Europa continental (com 51) disparam.

No total, as asiáticas somam 27 --China (6), Japão (5), Taiwan e Coreia do Sul (4 cada uma) são os destaques.

Já as instituições dos países de língua inglesa, somadas, dominam 120 posições --ou 60% do ranking (Canadá --nove-- e Austrália --sete-- vêm em seguida).

Na Europa continental, a surpresa foi a Alemanha. Com 14 instituições, o motor econômico da região também lidera o ensino superior. O país "investiu 18 bilhões de euros em pesquisa nos últimos cinco anos", afirma Mroz.

A França decepcionou: figura apenas em quinto.

NOVOS CRITÉRIOS

A versão 2010-11 do ranking da THE passou por ampla reformulação --a começar da compiladora dos dados, que é a Thomson Reuters. Mas a mudança mais radical, segundo Mroz, foi de metodologia: "Usamos hoje 13 indicadores, em vez dos seis usados anteriormente [...] e ouvimos 13.388 acadêmicos altamente qualificados, de todo o mundo".

O critério de reputação também teve seu peso reduzido. "Privilegiamos mais as evidências objetivas --e não as subjetivas."

Colaborou EMILIO SANT'ANNA, de São Paulo

Na América Latina, USP é a 1ª colocada em ranking

DE SÃO PAULO

A USP aparece em 232º e a Unicamp, em 248º no Ranking Mundial de Universidades 2010-11 da Times Higher Education. "Há fortes evidências de excelente pesquisa na América Latina, mas as mudanças não ocorrem da noite para o dia", diz Ann Mroz.

A THE chama a classificação de 201 a 400 de "posição indicativa", devido às diferenças pequenas entre elas.

Melhores universidades do mundo estão nos EUA
OPINIÃO: Nova versão do ranking se baseia em detalhadas consultas internacionais
DEPOIMENTO: Em Harvard, você é só um grão de areia em boa companhia

De acordo com o ranking, Harvard é a melhor universidade do mundo. Entre as 200 instituições que figuram no ranking, mais de um terço é de norte-americanas (72).

Em sua sétima edição, o ranking também revela a forte presença das asiáticas. Entre as 50 melhores, o continente possui sete e, nessa faixa, já bate a Europa continental: Suíça (2), França (2), Alemanha e Suécia.