domingo, 8 de março de 2015

Tatuagem eletrônica comanda celulares e computadores

Tatuagem eletrônica comanda celulares e computadores: A iSkin simula tudo o que se faz em uma tela sensível ao toque ou usando o mouse.

Tatuagem eletrônica comanda celulares e computadores

Redação do Site Inovação Tecnológica - 05/03/2015
Tatuagem eletrônica comanda celulares e computadores
[Imagem: Embodied Interaction Group/MPG]
Tatuagem ou pele, desde que eletrônicas
As peles eletrônicas e, mais recentemente, as tatuagens eletrônicas, têm sido exploradas como um conceito que leva ao limite a ideia das roupas inteligentes e dos computadores de vestir.
Martin Weigel e seus colegas das universidades de Saarland (Alemanha) e Carnegie Mellon (EUA) criaram uma nova versão dessa tecnologia que, embora se pareça em tudo com uma tatuagem eletrônica, foi batizada de iSkin.
Cada tatuagem é impressa sobre materiais finos, flexíveis, biocompatíveis e esticáveis, o que lhes dá robustez e permite que sejam usadas sem atrapalhar as atividades do dia a dia e sem fazer mal à saúde.
Podendo ser fabricada em qualquer formato, cada iSkin é formada por uma matriz de sensores, tanto capacitivos, quanto resistivos, que permitem a detecção do toque por dois níveis de pressão em cada ponto.
O circuito permite simular tudo o que se faz em uma tela sensível ao toque ou usando o mouse, incluindo controles deslizantes e o funcionamento da roda central do rato. Mesmo um teclado inteiro pode ser ser impresso em uma tatuagem adequada.
Tatuagem eletrônica comanda celulares e computadores
A ideia é que cada um projete sua própria iSkin. [Imagem: Embodied Interaction Group/MPG]
Pele sem fios
Os protótipos permitem um controle quase total de telefones celulares, relógios inteligentes e computadores, mas o apelo é particularmente forte para os aparelhos portáteis, permitindo uma interação discreta em qualquer ambiente e aumentando a interface de aparelhos muito pequenos.
A ideia da equipe é que os usuários possam projetar suas próprias iSkins no computador - no desenho e formato mais adequado ao gosto de cada um - e mandar imprimi-las.
O inconveniente, no atual estágio de desenvolvimento, é que as tatuagens eletrônicas são ligadas aos aparelhos por um cabo. Weigel afirma que a equipe já está trabalhando na inserção de circuitos de transmissão sem fios para as próximas versões.
Bibliografia:

iSkin: Flexible, Stretchable and Visually Customizable On-Body Touch Sensors for Mobile Computing
Martin Weigel, Tong Lu, Gilles Bailly, Antti Oulasvirta, Carmel Majidi, Jürgen Steimle
Proceedings of the SIGCHI
https://embodied.mpi-inf.mpg.de/files/2015/01/2015-iSkin.pdf

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Dicas


  • cronograma

    • 26/01 a 06/02
      Prazo para participar da Lista de Espera
    • 30/01 a 03/02
      Matrícula da chamada regular
    • 11/02
      Convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições a partir desta data

Quem pode se inscrever no Sisu 1º/2015

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015









·                   INTRODUÇÃO
Modificações biológicas causadas quando uma pessoa está apaixonada
Coração acelerado, tremedeira, mão suada, aquecimento do corpo. Quem nunca sentiu ou viu alguém sofrer de alguns desses sintomas antes?  A paixão é uma emoção de ampliação quase patológica.
O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde parcialmente a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio.
            O trabalho aborda as modificações biológicas causadas às pessoas apaixonadas. Com os hormônios, como  o cérebro, o corpo, em geral, reage a esse sentimento que, mais cedo ou mais tarde, afeta todas as pessoas sem exceção. O que a biologia entende desse assunto, aprofundando esse tema muito comum não só nos dias de hoje, mas também na antiguidade. Com o objetivo de mostrar que o amor e a paixão não é apenas um sentimento comum, mas sim um dos mais complexos que podemos sentir. Tendo várias reações e consequências que variam individualmente
            O tema foi escolhido para entender o que ocorre com o corpo humano quando as pessoas envolvidas estão apaixonadas, a diferença entre amar e estar apaixonado.Temos como objetivo descobrir e explorar o corpo humano buscando a resposta dos efeitos causados por uma paixão.
Paixão e alterações
            A paixão é resultado de várias alterações químicas que mexe com toda estrutura corporal, se torna mais comum por volta dos 16 anos quando nossa química cerebral e hormônios sexuais estão completamente maduros. Durante a paixão o lado mais primitivo do cérebro é que toma “conta” de toda situação deixando as pessoas meio “bobas”.
Quando apaixonados uma série de modificações fisiológicas e biológicas ocorrem. Segundo, o cientista britânico, Francis Crick todos os sentimentos desencadeados nada mais é do que um enorme conjunto de células nervosas.

            Mas na verdade o que ocorre é uma série de hormônios e substancias que juntos fazem diversas modificações fisiológicas e biológicas como: aumento da temperatura corporal, tremor muscular, aumento do consumo de glicose pelas células. A feniletilamina, por exemplo, da família das anfetaminas é a maior responsável pelo coração disparado, mão suada, pupilas dilatadas e pelas “borboletas” no estômago. Já vasopressina atua no controle da pressão sanguínea, na freqüência cardíaca (taquipnéia e taquicardia) e da força da contração do músculo cardíaco. Já a adrenalina é liberada acelerando ainda mais o coração, deixando a pessoa alerta e com uma sensação de bem-estar, também inibindo o sono e a apetite.

            Os sentidos também são muito importantes para que alterações biológicas ocorram, por exemplo, um beijo combina os três sentidos: o tato, paladar e olfato. Favorecendo o aparelho circulatório, aumentando de 70 para 150 os batimentos do coração e beneficiando a oxigenação do sangue. Sem esquecer que o beijo estimula a liberação de hormônios que causam bem-estar. Detalhe: na troca de saliva, a boca é invadida por cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 de substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina, 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais.

            Atualmente pesquisadores estão fazendo ressonâncias magnéticas em pessoas apaixonadas e observando que modificações ocorrem e que áreas do cérebro são "ativadas” quando uma pessoa vê a foto do parceiro. Os resultados mostram que o sistema límbico e que a partes do cérebro responsáveis pelos órgãos sensoriais são "ativadas". Ocorre também aumento do fluxo sanguíneo no cérebro com altas taxas de concentração de dopamina, sendo essa uma das substancias responsáveis pela euforia, agitação e vício.

            Existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem os arroubos da paixão? Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, sim. Ela diz: "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que a paixão possui um "tempo de vida" longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança. Entendendo a paixão como um desequilíbrio humoral, imagine seus efeitos ao longo do tempo, se não fosse transitória e sim permanente? Quais seriam seus efeitos? Sobreviveríamos? Com ou sem sequelas?

*Taquipnéia: aumento do ritmo da respiração.
*Taquicardia: aumento do ritmo cardíaco.

Conclusão
            A paixão pode ou não estender-se e tornar-se uma relação mais duradoura. O que acontece com o corpo depois de "tudo acabar" é que  algum tempo depois  o organismo se acostuma com os efeitos da  feniletilamina e da noradrenalina e tem-se a sensação que a relação "esfriou". Concluísse que o indivíduo adquiriu certa resistência às doses do hormônio liberadas, e passa a necessitar cada vez mais quantidades do mesmo para ter a mesma sensação de quando a relação começou.

Estágio
Conceito
Substância mais associada
Atração
Desejo despertado pelos sentidos é despertado a libido.








Testosterona (aumento da libido – desejo sexual)
Paixão
Amor no estágio de euforia, envolvimento emocional e romance.
--Altos níveis de dopamina e noradrenalina e feniletilamina: ligadas à inconstância, exaltação,euforia, a falta de sono e a apetite.

--Baixos níveis de serotonina: tendo em vista a ação da serotonina na diminuição de fatores liberadores de gonadotrofinas pela hipófise, quanto mais serotonina menos hormônio sexual.
Amor
Atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura.

Ocitocina (associada ao aumento do desejo sexual, orgasmo e bem-estar geral) e vasopressina (ADH), associada à regulação cardiovascular, atuando no controle da pressão sanguínea.




A ocitocina (mulheres) e a vasopressina (homens) só "entra em ação" depois que tem a queda da feniletilamina são eles os responsáveis que interferem na relação e fazem daquele turbilhão de acontecimento e torna-se uma relação calma e duradoura.
Existem pessoas que não conseguem se manter muito tempo no estágio seguinte que é o amor pois são "viciadas" pelos efeitos causados pela feniletilamina que é a fase confusa,agitada.
Concluímos que a paixão é um conjunto de substancias que resultam ao descontrole de certa forma mental e biologia aproximando duas  pessoas por um determinado período de tempo, com o objetivo da reprodução, ou seja, a manutenção da espécie humana.


Bibliografia:
SABBATINI, Renato "Paixão envolve grande transformação no cérebro",19 de Julho de 2005, São José do Rio Preto:São Paulo,Disponível em:  http://www.diarioweb.com.br/noticias/imp.asp?id=62561> Acesso em: Março de 2012
CALLEGARI, Jeanne "Amor-Início",Maio 2010, São Paulo,Site Revista Superinteressante, disponível em:< http://super.abril.com.br/ciencia/amor-566654.shtml> Acesso em: Março de 2012
---------------------  "Amor-Meio", Maio 2010, São Paulo,Site Revista Superinteressante, , disponível  em:< http://super.abril.com.br/ciencia/amor-meio-566656.shtml> Acesso em: Março de 2012

---------------------  "Amor-fim", Maio 2010, São Paulo,Site Revista Superinteressante, disponível em:< http://super.abril.com.br/ciencia/amor-fim-566660.shtml> Acesso em: Março de 2012

ALVES, Líria "Química do amor" Site Brasil Escola disponível em: <http://www.brasilescola.com/quimica/a-quimica-amor.htm>Acesso em Março 2012.


PEASE, Allan et al. "Porque os Homens fazem sexo e as mulheres fazem amor"–, Ed. Sertane, 2002.


Artigo feito por:
MOTA, Jamile;
TORRES, Juliana;
SOUSA, Juliana;
SOUZA, Thayná;
VIEIRA, Thayná;
PROENÇA, Victor.
Todos na época todos eram alunos do Ensino Médio, no Colégio Santa Mônica, Unidade São Gonçalo, Rio de Janeiro, Brasil.
Orientadora: Profª Jaqueline Petito
Referee: Dra Daniele Nunes Peixoto de Almeida

                   Causas da homossexualidade

Sandy Honorato DiasLeonardo Ross Monnerat; Rhaiany da Silva SoaresAnselmo Rodrigues; Luiz Guilherme Millar. 

 Resumo
    Homossexualidade (LGTB), também chamada de homossexualismo, refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética ou emocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; o termo também se refere a indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual." (Wikepédia, 2000)
As analises foram baseadas no período de 2000 a 2006, em uma época que a homossexualidade não tinha tanta aceitação como nos dias atuais, aspectos foram destacados nesta analise como: (i)aspectos genéticos; (ii) aspectos mutacionais; (iii) aspectos psicológicos; (iv)cuidado parental; (v) controle populacional dentre outros. Com base nos resultados analisados, não encontramos uma definição científica para tal modificação comportamental.
Palavra-chave: Mutação genética. Homossexualismo. Preconceito

                              
1 Introdução
           Homossexualismo: tema bastante abordado, porém pouco aceito.
 A análise do contexto descrito ressaltou a busca de informações sobre as possíveis causas dessa alteração comportamental. Existem algumas especulações e estudos, que supõem que as possíveis causas da homossexualidade são, por exemplo, aspectos genéticos, Anomalias, aspectos psicológicos, tipo de criação ou até mesmo uma tentativa de controle populacional.
 Nossas pesquisas são difíceis de serem concluídas ou até mesmo argumentadas porque não existe nada com peso na afirmação, o trabalho foi feito a base de hipóteses  pois normalmente os homossexuais não querem se assumir por medo da reação da família, amigos , a todos que estão ao seu redor , vi uma reportagem no Fantástico no dia 29 de abril de 2012 (Rede Globo de Produções  , 2012) que falava sobre um gay que fazia um curso de Drag Queen e por ser exposto na forma em que ele realmente é , perdeu seu emprego e o pior sem justa causa esse fato me fez pensar um pouco sobre o que uma pessoa preconceituosa pensa , essa repulsa que eles sentem por estas pessoas que não deixam de ser pessoas só não são  exemplos do perfil habitual que esta sociedade machista deseja .                     
   A homossexualidade poderia, por exemplo, obedecer a um padrão de herança multifatorial, onde vários genes interagem com o ambiente para determinar uma característica. Entretanto, a identificação de genes responsáveis por traços multifatoriais é extremamente difícil. Só para se ter uma idéia, até hoje não foram ainda identificados os muitos genes que determinam a estatura e sabe-se com certeza que trata-se de um traço com grande influencia genética. Por outro lado, durante muito tempo, o autismo também era atribuído ao ambiente e hoje sabe-se que o comportamento autístico é uma característica genética, embora a busca para os genes responsáveis ainda continue. Apesar da atração pelo mesmo sexo manifestar-se às vezes só na idade adulta, todos nós conhecemos crianças que já demonstravam um comportamento típico do sexo oposto desde a mais tenra idade. Há meninos que gostam de brincar com bonecas ou usar as joias, sapatos de salto ou maquiagens de suas mães e meninas que preferem carrinhos ou brincadeiras violentas, mais agressivas. Muitos deles sofrem, e muito, com isso, porque percebem que são diferentes, mas não conseguem mudar suas preferências. Acredito que isso também fale a favor de uma predisposição genética. Para quem é heterossexual às vezes é difícil entender, mas o fato de observar-se um comportamento semelhante em animais sugere também que existe uma predisposição genética. Eles não sabem o que a sociedade espera deles, o que é considerado "certo" ou "errado". É interessante que em camundongos já foi observado que há um aumento de homossexualismo quando há uma superpopulação – talvez uma forma da natureza de controlar a explosão populacional.  (Mayara Zatz – Veja Abril) 

2 Desenvolvimento
    As origens da orientação sexual humana, principalmente homossexual, colocam questões ainda não respondidas que apresentam genuíno interesse científico. No Brasil, 9% dos brasileiros (sendo 14% dos homens e 5% das mulheres) declararam já haver se envolvido em relações homossexuais (Datafolha Instituto de Pesquisas, 1998). Segundo Trevisan (2002), em temas polêmicos como a sexualidade, pode-se esperar que os dados obtidos estatisticamente sejam bastante inferiores que a realidade. Contraposto a isso Jones (1996) afirma que 10% da população geral não só defenderia a manipulação genética caso esta pudesse evitar o nascimento de indivíduos homossexuais como aprovariam o aborto de futuros homossexuais caso houvesse um exame pré-natal que possibilitasse a identificação dessa característica. Tais informações refletem o modo paradoxal como à sociedade em geral lida com o tema. (Menezes, 2005)
 O comportamento homossexual tem sido objeto de estudos variados, enfatizando questões de saúde, etiológicas, terapêuticas, sociais, políticas, culturais, religiosas e econômicas. Muitas pessoas acreditam que a homossexualidade é, simplesmente, um comportamento anticonvencional que muitas pessoas escolhem externar. Outros indivíduos acreditam que a homossexualidade é uma das orientações sexuais normais, ou seja, o indivíduo simplesmente é. (Menezes, 2005)
   O primeiro grande estudo estatístico sobre a homossexualidade foi realizado pelo zoólogo e sexólogo americano Alfred Kinsey entre 1948 – 1953 e estabeleceu um marco no estudo do fenômeno com a então chamada Escala Kinsey. O método empregado pelo pesquisador descarta como premissa à exclusividade da preferência homossexual ou heterossexual e toma a orientação exclusiva para uma ou outra tendência como comportamento situado num dos extremos de uma “escala" gradativa de possibilidades, que leva em conta fantasias e quantidades de relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo e entre sexo oposto. Estas categorias são subdivididas em valores inteiros de zero a seis (o zero indica relações e fantasias exclusivamente heterossexuais, enquanto o seis indica exclusivamente homossexuais) indicando assim uma tentativa de classificação da orientação sexual humana. Na elaboração desta escala foram consideradas as experiências sexuais e as reações psicológicas dos indivíduos, em diferentes etapas de suas vidas. Com um resultado prático dos estudos de Kinsey, em 1971, a Associação Americana de Psiquiatria removeu a homossexualidade da lista de desordens mentais, recusando-se a continuar considerando os homossexuais como diferentes ou passíveis de correção. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia já tinha situado a homossexualidade dentro das orientações sexuais e não entre os distúrbios e doenças psicológicas. O mesmo aconteceu com a Organização Mundial de Saúde (OMS), que também passou a não considerar a homossexualidade como uma doença, a partir de 1986.  Na área da Medicina e Psicologia no Brasil a homossexualidade foi tratada como patologia até muito recentemente. Apenas em 1985, o Conselho Federal de Medicina passou a não considerar a homossexualidade como doença, enquanto o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e outras entidades da área não se manifestaram a este respeito até mais recentemente. (Tenson, 1989)
                                  
3 Atualizações sociais sobre o homossexualismo
 O homossexualismo hoje em dia por mais que ainda haja preconceitos é um assunto mais discutido, nos tempos de hoje, por exemplo, é aceitável o casamento gay, que casais do mesmo sexo adotem crianças e o assunto e bastante retratado em novelas, jornais, revistas etc..
 Homossexualismo na TV, o ator Marcelo Serrado faz o papel de um homossexual assumido na atual novela das 9 da Rede Globo de Produções, o ator tem recebido muitos elogios e tem feito um ótimo trabalho ( Fina Estampa 2011-2012).


4 Conclusão
 Pode-se então concluir, que ainda não existem estudos científicos suficientes para se determinar a origem da homossexualidade humana, até porque os estudos sobre o tema (que não o reconhecem como patologia) vêm crescendo e tomando espaço no cenário científico há pouco mais de 30 anos. Assim, é clara a importância de pesquisas sérias e éticas nesta área já que várias tentativas foram feitas no sentido de "explicar" a homossexualidade no sentido de "curá-la" produzindo preconceitos e restrições impiedosas a pessoas homossexuais, e que deveriam ser considerados como atentatórios à natureza humana.

Opinião do grupo
  Artigo criado por alunos da turma 1323 do Colégio Santa Mônica, pedido por nossa professora de Biologia: Jaqueline Petito, organizadora do projeto de artigos científicos nas turmas de 1° e 2°. Nesse ano, uma pequena diferença: além de o trabalho valer 10 pontos, geralmente é o que vale, um novo incentivo foi implantado. Os melhores artigos científicos serão exibidos em uma revista criada pelo diretor da unidade de São Gonçalo prof. José Robson de Almeida que além de diretor também é formado em biologia e juntamente com a professora Jaqueline, nos orientou.
Referee: Dra Daniele Nunes Peixoto de Almeida
5 Referências Bibliográficas