quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ricoeur, Paul !!!



In Defense of Historical Realist Anthropology

G Smith - Confronting Capital: Critique and Engagement in …, 2012
... Ethnological ways of knowing as a challenge to social history. Comparative Studies in Society and History 29 (1). 76–98. Ricoeur, Paul 1970. Freud and philosophy: An essay on interpretation, Denis Sav- age (trans). New Haven: Yale University Press. Roseberry, William. ...

Abraham, Nicholas, and Torok, Maria, The Shell and the Kernel: Renewals of Psycho-analysis, Vol. 1, trans by Nicholas T. Rand (Chicago and London: The University …


IWB There, IWB Here - Postcolonial Memoir in the Middle East: Rethinking the …, 2012
... Sensible, trans. by Gabriel Rockhill (London: Continuum, 2004) Ricoeur, Paul, Time
and Narrative, Vol. 1, trans by Kathleen McLaughlin and David Pelauer (Chicago: The
University of Chicago Press, 1990) Page 246. 230 Bibliography ...

[PDF] Challenging the Authority of Identity: The Spaces of Memory in Medieval English Romance.


J MCKINSTRY - 2012
... Paul Ricoeur's “poetic memory” which “was required to transcend the opposition between natural memory and artificial memory, to grind to dust the opposition between ... Cf. Derrida, “Sound of the sea” 595. 11 Paul Ricoeur, Memory, History, Forgetting, trans. ...



[PDF] DOCUMENTOS AUDIOVISUAIS, INFORMAÇÃO E MEMÓRIA: ACERVOS BRASILIENSES E GOIANOS


MP Manini... Andreas Huyssen, Beatriz Sarlo, Maurice Halbwachs, Iván Izquierdo, Paul Ricoeur, Danilo Santos de Miranda, Ramon Alberch Fugueras, Pierre Nora e Michael Pollak para as questões sobre memória; ... RICOEUR, Paul. A memória, a História, o esquecimento. ...

5 Wadad Makdisi Cortas' A World I Loved


S Conclusions, M Beginnings - Postcolonial Memoir in the Middle East: Rethinking …, 2012 ... As a liminal form that re-negoiates the past's relation to the present, the memoir re-asserts the originary event anew within its readers' psyche—it acts, in a sense, as a catalyst for what Paul Ricoeur described as “increasing the reality” of the event in the reader's mind. ...


Conversion and Narrative: Reading and Religious Authority in Medieval Polemic


R Szpiech - 2012 ... convention (Paulus Alvarus, Judah Halevi, etc.), balanced by a sense, wherever possible, of how each name might have been most familiar to those authors (eg, the Cat- alan names Ramon Martí, Pau Cristià, and Ramon Llull rather than Raymond Martini, Paul Christiani, and ...

4 Through the Archive, towards Self-Knowledge


É Glissant - Postcolonial Memoir in the Middle East: Rethinking the …, 2012
... Maalouf's voyage endeavours to excavate and repossess those remnants of memory, the vanishing yet persistent noises bequeathed him by his forebears, thereby seeking to recapture what Paul Ricoeur has termed 'the space of contingency that once belonged to the past ...

[PDF] Re-visitando la historia en migajas


FR RUBIO... Vergara, La producción textual del pasado, I. Paul Ricœur y su teoría de la historia anterior a La memoria, la historia, el olvido, donde se repasa el pensamiento y la obra de Ricœur según lo delimita el subtítulo, poniendo especial énfasis en lo relativo a la teoría de la his- toria. ...


The Return to Aesthetics in Literary Studies


C Breger - German Studies Review, 2012
... [End Page 508]. 11. Eve Kosofsky Sedgwick, Touching Feeling: Affect, Pedagogy, Performativity (Durham: Duke University Press, 2003), 124; with reference to Paul Ricoeur. 12. Lauren Berlant, “Cruel Optimism,” in The Affect Theory Reader, ed. Gregg and Seigworth, 94. 13. ...


Phenomenological Intuition and the Problem of Philosophy as Method and Science


EJ Mohr - Symposium, 2012... 15 Max Scheler, “The Idols of Self-Knowledge,” in Selected Philosophical Essays, 4. Page 15. 232 Symposium (such as, for example, Paul Ricoeur) and many contemporary French postmodernists, among others, to hold a variant of this position. ...




[PDF] A EDUCAÇÃO DO DIREITO SOB O ENFOQUE DO PENSAMENTO COMPLEXO: PROPOSTA DE INCLUSÃO DA HERMENÊUTICA JURÍDICA COMO DISCIPLINA …

KTDAS MACIEL
... Referências Bibliográficas BITTAR, Eduardo CB. Linguagem Jurídica. 2 ed., São Paulo: Saraiva,
2003. BARROSO, João. O Estado, a educação ea regulação das políticas públicas. In: Educação
& Sociedade. Campinas, vol. 26, n. 92, p. 725-751, Especial - Out. ...

[PDF] FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM PORTUGAL, CULTURAS DE COLABORAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA DO CURRÍCULO

E Mesquita, J Formosinho, J Machado
... Elza Mesquita (Instituto Politécnico de Bragança) João Formosinho (Escola Superior de Educação)
Joaquim Machado (CIEC, Instituto de Educação, Universidade do Minho) ... Ou seja, a cultura de
participação “não se ordena, mas aprende- se” (BARROSO, 1995, p.43). ...



[PDF] O INGRESSO À CARREIRA DOCENTE: O TRABALHO EVENTUAL NA REDE PÚBLICA DE ENSINO DO ESTADO DE SÃO PAULO

THB CORREA, RP SCHNETZLER
... saber hacer. Investigación el la Escuela. No prelo, 1990. CAVACO, MH Ofício do professor: o tempo e as mudanças. In: NÓVOA, António (org). Vidas de Professores. Porto: Porto Editora, p. 155-191, 1991. CORRÊA, THB; SCHNETZLER ...

[PDF] A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES E AS TECNOLOGIAS MIDIÁTICAS NA ESCOLA

MRM Gomes
... Revista Atividades & Experiências. Julho 2005. NÓVOA, Antonio (Org.). Concepções e práticas de formação contínua de professores. In: Universidade de Aveiro. Formação contínua de professores realidades e perspectivas. Aveiro: PO, 1991. OROFINO, Maria Isabel. ...

Adams, Dale.“Saludos Amigos: Hollywood and FDR's Good Neighbor Policy.” Quarterly Review ofFilm and Video 24: 3 (2007): 292. Aguilar, Gonzalo. Other Worlds: …

R Alba, V Nee, CJ Alonso - Cinema and Inter-American Relations: Tracking …, 2012
... Bruce-Novoa, Juan.“Pancho Villa: Post-Colonial Colonialism, or the Return of the Americano.”
Kritikos: an international and interdisciplinary journal of postmodern cultural sound, text and image 2 (2005). Accessed October 15, 2008. ... “De Como Antonio Banderas Perdeu O ...

A leitura em língua estrangeira a partir do conceito de gênero textual

Ano 5, n. 12, 2012
Autor: Gisele de Carvalho
Sobre o autor: Gisele de Carvalho é professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Fez mestrado em Língua Inglesa e doutorado em Estudos Linguísticos na Universidade Federal Fluminense. Autora de artigos e capítulos de livros, ultimamente tem-se dedicado a estudar gêneros opinativos veiculados em mídia impressa sob a perspectiva da Análise Crítica do Discurso.
Data: 19/10/2012
Publicado em: 19/10/2012

Comece pelo que você sabe. Esse é o mote em torno do qual gira este pequeno artigo.
Ao ler um texto em língua estrangeira, principalmente quando não a dominamos, a tendência é desanimar, ou mesmo parar, no primeiro obstáculo; em geral, na primeira palavra desconhecida. Mas será que dependemos tanto do conhecimento lexical para entendermos um texto? Estaria mentido se respondesse “não”, mas por ora gostaria de deixar resposta tão categórica em suspenso, como um “talvez”. Há questões tão importantes quanto saber o significado das palavras e que são, via de regra, postas em segundo plano quando temos de ler em uma língua estrangeira, especialmente em situação de prova.
Comecemos por uma experiência. Em viagem ao extremo norte do Canadá, me deparei com o texto abaixo no hotel em que me hospedei em Pond Inlet. Ele está escrito em inuktitut, a língua dos Inuits, habitantes do Ártico, e é bem diferente da nossa língua portuguesa. Imediatamente – perdoe as esquisitices dos professores de línguas estrangeiras –, fiquei olhando o texto e pensando o que poderia depreender dele. Que tal tentar também?
Muito provavelmente, você reparou nos números, nos emoticons, nos pontos de interrogação, na disposição dos elementos na página, na repetição de uma pergunta sempre abaixo da linha dos números de 1 a 5 e chegou à conclusão de que estava diante de uma pesquisa do grau de satisfação dos hóspedes do hotel na forma de um questionário. Sem conhecer uma só palavra em inuktitut, acertou em cheio. Daqui para frente, você pode continuar com o jogo de adivinhação e tentar imaginar o que o hóspede seria convidado a avaliar: o atendimento na recepção, o conforto das instalações, a limpeza dos apartamentos, a qualidade do café da manhã. Sem ter conhecimento da língua, no entanto, não somos capazes de acertar na mosca a respeito do teor das perguntas no texto; mas passamos perto, com certeza.
O que se pode concluir do experimento? Em primeiro lugar, para inferir que o texto se trata de um questionário sobre o grau de satisfação, você começou por tudo o que sabe ou pode reconhecer. Em segundo, para concluir que o questionário visa a aferir o grau de satisfação de hóspedes de um hotel, você usou a informação acerca do contexto no qual o texto se insere.
É aqui que o conceito de gênero nos auxilia a compreender e A refletir, com um pouco mais de segurança, sobre os textos aos quais somos expostos. É aqui também que começamos a fazer a ponte com a teoria capaz de informar nossas decisões analíticas, já que, mesmo sem nos dar conta, somos analistas da linguagem em tempo integral.
Tomemos como ponto de partida a definição de gênero como “atividade com propósito e estágios reconhecidos, na qual os participantes tomam parte/se engajam como membros de uma cultura”*. Os gêneros organizam nossas interações. Exagero? Pense bem nestes exemplos do dia a dia: por que será que, ao almoçar com nossos familiares, não precisamos das fórmulas de polidez (para pedir que alguém lhe passe o azeite) que usamos com pessoas com quem não temos tanta intimidade? Por que temos tanta certeza de que as notícias de jornal não são rimadas? Se o currículo de um trabalhador, enviado para uma seleção de emprego, não está de acordo com a configuração convencional do gênero, e o de outro está, este será convidado para a entrevista, muito provavelmente. Mas – isso é importante – gêneros não são camisas de força. São pontos de partida por meio dos quais não precisamos começar do zero e que nos permitem prever como as interações se processam.
Voltando à definição, podemos depreender que gêneros são produzidos por atores sociais em seus contextos e são reconhecíveis (ou analisáveis) em seus aspectos macrodiscursivos e microtextuais. Tomemos como exemplo, a notícia de jornal e sua organização macrodiscursiva canônica em manchete e lead, seguidos de parágrafos que relatam o evento do ponto de vista da relevância (e não da ordem cronológica), de forma que os aspectos mais importantes são registrados logo no início do texto. Esses aspectos são intercalados com a voz e visão de autoridades e/ou testemunhas do evento em pauta. Esses seriam os estágios de uma notícia: cada um tem sua função específica, ao mesmo tempo que contribui para o todo, ou seja, para que o gênero cumpra seu papel de prover informações sobre um evento recente e relevante para uma comunidade, por meio de um texto escrito, publicado em jornal. No nível microtextual, podemos perceber características léxico-gramaticais recorrentes em, por exemplo, manchetes, como a ausência de artigos e presença de verbos no presente para se referir ao passado recente; ou ainda o uso de diferentes tipos de discurso relatado como modo de representação das vozes que figuram no texto. E o melhor: sabemos disso.
As escolhas léxico-gramaticais, por serem motivadas, não ocorrem no vácuo. Todo uso de linguagem está intimamente ligado ao contexto da situação, o contexto mais imediato da ocorrência de um texto. Assim, podemos observar e nos perguntar o que mais imediatamente tem impacto em nossas escolhas lexicais e gramaticais: em que área do conhecimento situamos nossa contribuição, com que propósito comunicativo o fazemos; que papéis sociais desempenhamos, e se temos mais ou menos controle sobre o nosso interlocutor, se o nosso relacionamento com ele é marcado por distância ou proximidade social; qual o papel da linguagem em nossas interações, de que canais e meios dispomos ao fazer uso dela. Em linhas gerais, se nossa contribuição se situa em um campo especializado, podemos prever que o texto produzido poderá conter léxico que aponta não só para a área do conhecimento em questão, como também para especificidades da área e assim conter termos técnicos e jargões. Se recebo um torpedo de minha filha me informando que vai chegar mais tarde em casa, sei que a despedida “bj!” é mais do que adequada já que é índice de uma relação em que as participantes mantêm contato frequente e envolvimento afetivo alto e que, portanto, podem usar linguagem marcada pela informalidade em suas trocas. O mesmo torpedo (mae vou chegar + tarde as 11. bj!), com suas abreviações, falta de acentos, de maiúsculas e de pontuação e com um símbolo matemático em lugar do advérbio, está plenamente de acordo com o canal gráfico e a forma escrita de uma mensagem de texto que se pretende ágil.
Esse é um dos conceitos-chave de uma abordagem para o estudo e a descrição da linguagem que prioriza a correlação sistemática, mas probabilística, entre texto e contexto, e que a compreende como uma via de mão dupla: do texto pode-se deduzir o contexto e o contexto permite prever como os significados manifestos no texto estarão linguisticamente representados. Essa correlação também nos permite dois caminhos metodológicos, que se alternam, para abordar um texto, um ascendente – do texto para o contexto – e outro descendente. Assim, é com base nesses pressupostos que, ao lermos em uma língua estrangeira, podemos nos beneficiar do que fazemos a todo instante: prevemos e deduzimos.
Um aspecto importante do conceito de gênero com que estamos trabalhando está na compreensão de que convenções sociais estabelecem como devemos nos comportar discursivamente a fim de levar a cabo nossas ações. Estas se encontram em estreita relação com o contexto de cultura. Ao longo da vida escolar, por exemplo, vamos apreendendo como certos textos se desenvolvem – como começam, progridem e terminam –, para que seu propósito comunicativo se realize. Essa experiência nos faz poder prever o que começa com Era uma vez..., que o fragmento nascida no dia 20 de janeiro de 1993, às 14 horas e 30 minutos, filha de... foi, provavelmente, retirado do meio de uma certidão de nascimento e que Atenciosamente seguido de uma assinatura indicaria o fim de uma carta mais formal. Assim, vamos ampliando nossa socialização no mundo dos gêneros, e essa experiência nos prepara tanto para reconhecermos como as interações sociais se processam, quanto para podermos agir de acordo.
Desse modo, refletir sobre o texto a que estamos expostos como um exemplar de um gênero é dar um primeiro passo no sentido de compreendê-lo, mesmo se não temos muito conhecimento da língua em que ele está escrito. Mas é preciso fazer esse exercício de forma consciente, “antenada”, transferindo para o momento da leitura em língua estrangeira tudo o que fazemos quase automaticamente ao ler em nossa língua materna.
Portanto, comece pelo que você sabe – e vai se dar conta de que sabe muito.

* EGGINS, S.; SLADE, D. Analysing casual conversation. London: Cassel, 1997, p. 56. A perspectiva teórica destes autores é denominada sistêmico-funcional. Sugerimos, também, para ampliação desta discussão, nosso artigo “A teoria traduzida em prática: atividades de leitura baseadas nos conceitos de Contexto de Cultura e Contexto de Situação”, publicado na revista Ensino de leitura: fundamentos, práticas e reflexões para professores da era digital. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ, Núcleo de Pesquisas em Linguagem, Educação e Tecnologia, 2011 (disponível para download emhttp://www.lingnet.pro.br/pages/ebooks-lingnet.php#axzz28pPh8pZ1).

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Comentários


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Poul Recoeur


[PDF] Identidade e Alteridade-o legado de Paul Ricoeur

A Villas Boas - Revista Brasileira de Literaturas e Teologias, 2012
“a interiorização das “vivências”, não pôde construir a ponte para as realidades histórias, porque as grandes realidades históricas, sociedade e Estado, determinam de antemão toda a “vivência”. A auto-reflexão e a au-tobiografia – pontos de partida para Dilthey – não são ...

[PDF] A teoria do texto e da narração de Paul Ricoeur e sua fecundidade para a teologia

G De Mori - Revista Brasileira de Literaturas e Teologias, 2012
Resumo O texto apresenta alguns aspectos das teorias do texto, da metáfora e da narração  de Paul Ricoeur, mostrando como são explorados em dois estudos de Viva o Povo
Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro, um mais exaustivo, publicado em 2006, em francês: ...

[PDF] Nomear Deus: uma tarefa teológica inacabada. Contribuições de Paul Ricouer

A Rodrigues Rocha - Revista Brasileira de Literaturas e Teologias, 2012 ... Contributions of Paul Ricoeur. ... Abstract This paper presentes the Paul Ricoeur´s thought about the most appropriate language to naming God, from the closing conceptual to the opening polysemic metaphor present in narrativity that is primarily as a back up to the experience. ...

[PDF] A imprescindibilidade de suscitar e trazer Ricoeur às bases da sociedade atual: a urgência de uma hermenêutica da consciência histórica na academia e... no dia-a- …

A Viegas - Revista Brasileira de Literaturas e Teologias, 201... Resumo: Paul Ricoeur é um apaixonado pela vida e pela sociedade. ... Abstract: Paul Ricoeur is passionate for life and society. This is not a matter of discus- sion, since one knows his trajectory, his fights and achievements which reflect wonderful multicolor prisms in his works. ...

[PDF] Espaço, território e lugar: a casa, de um Brasil a outro (diálogos de Gilberto Freyre com Érico Veríssimo)

S Pesavento - Seminário de História da Cidade e do Urbanismo, 2012 ... 1 UFRGS/ PROPUR. e-mail: sandrajp@terra.com.br 2 Calvino, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo, Companhia das Letras, 1993, p.99. 3 Ricoeur, Paul. Architecture et narrativité. Urbanisme, (303), nov./dez. 1998, p. 44-45. Page 2. Sandra Pesavento ...

[PDF] La Simbólica del Mal de Paul Ricoeur comentada

MF Begué - Revista Brasileira de Literaturas e Teologias, 2012
Resumo El presente trabajo recoge la exposición brindada por Marie-France Begué al
SIPLET (Seminario Interdisciplinario Permanente Litera-tura, Estética y Teología) en torno a la Simbólica del mal de Paul Ricoeur. En él, se presenta la concepción de símbolo para ...

Looking at the'Crack'd Mirror': Narratives of Restoration and Anticipation in Grazia Deledda's La madre and Anna Banti's Artemisia

L Aiello - Journal of Narrative Theory, 2012... The distinction between a restorative mode and an anticipatory mode of narration draws upon Paul Ricoeur's distinction within our “socio-political imaginaire” of two functions: “reaffirmation” and “rupture.” As a philosopher, Ricoeur is concerned with the discourse of politics ...

[PDF] El clavo de la memoria. Tiempo y narración en “The Canary” de Katherine Mansfield

MC Hernández Escobar - Anuario de Letras, 2012... En el presente ensayo analizaré el cuento “The Canary” de Katherine Mansfieldcon base en los estudios de Paul Ricœur sobre la configuración del tiempo en los relatos, contenidos en los tomos I y II de Tiempo y narración. ...

Milton's Compressed Memory in Areopagitica of Spenser's Cave of Mammon

JH Anderson - Spenser Studies: A Renaissance Poetry Annual, 2012
... Energy of Affect,” PMLA 120 (2005): 33–48, here 45. 11. On as if as the sign of
metaphor, see, for example, Paul Ricoeur, Time and Narrative, trans. Kathleen
McLaughlin and David Pellauer (Chicago: University of Chicago Press ...

" The Second Saddest Story: Despair, Belief, and Moral Perseverance in Penelope Fitzgerald's The Bookshop

CJ Knight - Journal of Narrative Theory, 2012... Here, I find myself influenced by Paul Ricoeur (himself influenced by Freud), who in Memory, History, Forgetting, speaks of the way in which a sublimated sadness can create a horizontal space that brings into relation not only grief and mourning, but also remembering and the ...

om.b  

Grandes Resultados

Há 75 anos gerando bons resultados
      Além de uma grande história, o Colégio Santa Mônica é uma instituição de grandes resultados. O MEC, através do ENEM, examinou 23.900 escolas de ensino médio, em todo o Brasil, usando como referência a organização internacional OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), classificando aquelas que atingiram mais de 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), num total de 1500 escolas. Essa pontuação equivale às médias das escolas dos países desenvolvidos.  Todas as unidades do Colégio Santa Mônica foram classificadas com pontuação acima de 600 pontos.
    Os bons resultados não se limitam ao ENEM, nos últimos dez anos o Colégio Santa Mônica obteve 1722 aprovações nas mais concorridas universidades, comprovando que esse trabalho continua progredindo.
    Coroando os 75 anos da escola, obtivemos um ótimo desempenho na primeira etapa da prova de vestibular da UERJ.
    Confira aqui, a lista de alunos que obtiveram conceito A e B na primeira etapa do Vestibular 2013, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), destaque para a Unidade de São Gonçalo que obteve 45 aprovações entre estes conceitos.

Vestibulandos da Unidade São Gonçalo e o diretor José Robson

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Bonsucesso 3682-2000 · Cachambi 2113-2000 · São Gonçalo 3611-7000 · Taquara 2114-2000
Maré (Assistencial) 3885-0469

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

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''O Caveira 37 é  um Herói Vivo!

Coronel, Mário Sérgio Duarte, Comandava a Polícia Militar quando ocorreu a libertação, não somente do complexo do Alemão, mas de um povo carioca, que vivia uma dicotomia antropológico "a prisão domiciliar". Uma prisão, que até o resgate do Complexo, confinava em seus lares, pelo medo do ir e vir, trabalhadores honestos. Uma realidade que escravizava o sonho inúmeros  cidadãos e que foram libertados pelo estado que tinha na linha de frente o Caveira 37. 
 No lançamento de seu livro “Liberdade para o Alemão — O resgate de Canudos”, O  ex- comandante Mario Sérgio, faz uma análise dessa conquista, que simboliza muito mais que uma vitória bélica, uma vitória dos sonhos, das possibilidades, das realizações.     .
 Foi este ex-Comandante Geral da Polícia Militar, que também comandou a Academia da PM, o Batalhão da Maré, e o BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais). Presidiu o Instituto de Segurança Pública e esteve como superintendente do Planejamento Operacional da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro.
 Um Brasileiro que confiou sua família a profissionais para tomar conta da grande família do Estado do Rio de Janeiro.''''' (Almeida, J.R, 2012)
inserir fonte aqui</ref> José Robson de Almeida, Diretor do Colégio Santa Mônica.

domingo, 21 de outubro de 2012


ATLETAS DE ALTO RENDIMENTO POSSUEM UM BOM DESEMPENHO 
                                        ESCOLAR - É POSSÍVEL?

Almeida, J.R. 1 ; Dominguez, R.J.V. 1; Souza, B.C. 1 ; Gonçalves, M.N. 2. Brás, J.G.V. 2

1- Colégio Santa Mônica - Avenida Paula Lemos, 298 – Mutuá – São Gonçalo, Rio de Janeiro, Brasil.

2- Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias - Campo Grande 376, 1749-024, Lisboa,
Portugal.

e-mail: almeidajrobson@gmail.com


O Rio de Janeiro, Brasil, receberá nos próximos seis anos, incluindo 2011, vários eventos esportivos de grande relevância no cenário Internacional: em 2011, Jogos Mundiais Militares; em 2013, Copa das Confederações; em 2014, Copa do Mundo da FIFA e em 2016, os Jogos Olímpicos. Existirão, em menor escala, vários mundiais preparatórios para as Olimpíadas. Além do maciço investimento no setor da construção civil, incluindo áreas para essas práticas esportivas, a sociedade terá que investir nos seus atletas do futuro, as crianças. Estas usufruirão desses espaços que devem ser o principal legado. Porém, como fazer? O que as instituições públicas e privadas, podem e devem fazer? Ao longo destas últimas duas décadas, o Colégio Santa Mônica (CSM)1 tem investido na melhoria do desempenho de seus alunos tanto nos seus resultados acadêmicos como esportivos. Do fim da década de 90 até a presente data, a escola conquistou o título de campeã, por nove vezes, do Intercolegial/O Globo/Mc Donald's 2 - o maior evento esportivo entre escolas do Rio de Janeiro e do Brasil, financiado por empresas privadas com a participação de escolas públicas e particulares. Além dessa competição, a instituição participa de eventos organizados pelo poder público, em âmbito municipal, estadual e federal, obtendo, também, experiências individuais e coletivas em competições internacionais como: os sul-americanos de basquete, natação e atletismo e os mundiais de futebol e natação.
Nesta comunicação, serão analisados os dados obtidos na pesquisa que está em desenvolvimento. Esses dados são referentes aos últimos três anos e, têm como objetivo, avaliar e comparar se os mesmos alunos que vêm obtendo bons resultados esportivos estão, também, obtendo bons resultados acadêmicos, assim como sugerindo novas comparações em outras instituições que também desenvolvem trabalhos com o mesmo nível de seriedade.

Palavras-chave: Colégio Santa Mônica - Esporte - Rendimento Escolar - Intercolegial

1 CSM representa as iniciais do colégio Santa Mônica (Instituição Privada) que possui cinco unidades
escolares localizadas em: Bonsucesso- Avenida dos Democráticos, 1251; Cachambi - Rua Herminia, 2 ;
Maré- Rua Evanildo Alves, 83 ; São Gonçalo– Avenida Paula Lemos, 298 ;
Taquara - Padre Ventura, 184.
2 Nomenclatura atual do evento esportivo escolar.

 Senhores(as),

A CONECTANDO AS CIÊNCIAS (publicação eletrônica) 

Apresentação e política editorial - Esta Revista tem como referência a revista ENTRETEXTOS que é uma publicação  on line da UID-OPECE

A Revista eletrônica CONECTANDO AS CIÊNCIAS, tem como objetivo a publicação de artigos resultantes da pesquisa no domínio da Educação, Saúde e, também, de outras investigações que podem interferir diretamente na formação e na formação das crianças, jovens e Adultos sendo essas investigação nacionais ou internacionais.
O seu objectivo é a publicação de  textos e áudios (atendendo as necessidades dos deficientes visuais, disléxicos e outras variáveis dentro da dicotomia antropológica)  resultantes de conferências, seminários e work shop,  congressos,  assim como textos de pesquisa efetuada no âmbito de programas de Ensino Médio (INTRODUZINDO A LINGUAGEM CIENTÍFICA, junto as demais linguagens já praticadas nesse segmento educativo), início da graduação incentivando os  projetos de investigação científica nacionais ou internacionais e feitas por autores que não chegaram a graduação e ou iniciando a graduação. Será privilegiada a publicação de textos que possam contribuir para enriquecer a investigação científica no âmbito das Ciências da Educação, Saúde e em domínios afins que potenciem relações inter e transdisciplinares e que, ao mesmo tempo, desperte nesse novo autor uma melhor dimensão empírica bem fundamentada do ponto de vista teórico antes de chegar a graduação e ou o início da graduação. São, ainda, objetivos da Conectando as Ciências a promoção da reflexão e a discussão sobre a importância de incentivar os jovens do Ensino médio a aprender a investigar as Ciências educativas e suas interações com o  cognitivo que será facilitado na graduação e pós-graduação, realizando pontes de conexão entre os diferentes segmentos na formação acadêmica.
Os artigos poderão ser publicados, sempre que os autores o desejem, em outra revistas nacionais ou internacionais. Todavia, o Conselho desta Revista de  deverá ser previamente informado de tal intenção ou decisão. 
MAJUENZO.BLOGSPOT.COM
I       Indicações gerais
1. Será privilegiada a publicação de textos que possam contribuir para enriquecer a investigação científica no âmbito das Ciências da Educação, Saúde e em domínios afins que privilegiem relações inter e transdisciplinares feitas por autores do Ensino Médio e os que se encontram no início da graduação. Os trabalhos apresentados para publicação devem, preferencialmente, ter uma dimensão teórico-empírica e possuir uma revisão atual da literatura. Podem ser submetidas para publicação recensões críticas e temáticas consideradas relevantes que justifiquem a sua divulgação. Os objetivos de são a promoção da reflexão e a discussão sobre a investigação realizada no domínio das Ciências da Educação, Saúde(Física e Mental) e fornecer quadros teóricos e metodológicos que possam fornecer orientações a todos quantos, direta ou indiretamente, se encontrem ligados à investigação na área das Ciências da Educação. É um espaço para publicação de investigadores preferencialmente do Ensino Médio, e início da graduação, podendo ter seus co-autores pesquisadores  experientes.
2. Os artigos devem ser originais, redigidos em língua portuguesa, inglesa, francesa, chinesa, alemã ou castelhana e enviados para o endereço constante no final da página. 
3. O Conselho de Redação reserva para si o direito de publicar ou não os trabalhos 
recebidos, comprometendo-se a informar os autores, no prazo máximo de cem dias, 
da decisão a que tenha chegado e dos seus fundamentos. Essa decisão terá por base o 
parecer do Conselho de Redação e/ou a  avaliação efetuada por  especialistas reconhecidos das respectivas áreas.
4. Todos os artigos e textos em língua portuguesa devem estar de acordo com as normas do acordo ortográfico.
5. Os conteúdos dos textos e as opiniões neles expressas, tal como a referência a figuras 
ou gráficos já publicados são da exclusiva responsabilidade dos autores.
6. Os textos apresentados serão sujeitos a um processo de seleção e 
revisão por arbitragem científica.
7. O conteúdo dos textos publicados é da responsabilidade dos respectivos autores.
8. O Conselho de Redação, com base no parecer da arbitragem científica, pode sugerir 
aos autores a reformulação dos trabalhos. Uma vez assente o texto definitivo, não serão 
permitidas modificações.
9. As normas de referência bibliográfica seguidas são as normas ABNT ou APA.
10. Todos os artigos submetidos a devem seguir, rigorosamente, as normas estabelecidas.

II Recomendações aos autores:

1. Os artigos devem ser enviadas em suporte informático sem identificação do autor ou 
autores. 
2. De modo a proteger o anonimato, na primeira página do documento, não deverá 
constar nem o nome do/s autor/es, nem da instituição onde desenvolve(m) atualmente a 
sua atividade. Não deverá ser feita nenhuma  referência ao nome do/s autor/es no corpo 
do texto, nos cabeçalhos ou notas de rodapé. Assim, num ficheiro à parte, deve constar:
a) Identificação
b) Residência
c) Instituição a que pertence
d) E-mail
e) Telefone e fax
f) Título do artigo
g) Carta dirigida ao Conselho de Redação declarando a originalidade do artigo, 
aceitação da publicação, e de aceitação das normas da Conectando Ciências.
h) Pequena nota biográfica (4 a 5 linhas).
3. Os conteúdos dos textos e as opiniões neles expressas, tal como a referência a figuras 
ou gráficos já publicados são da exclusiva responsabilidade dos autores.
4. Todos os originais a considerar para publicação poderão ser apresentados em língua 
portuguesa, castelhana, francesa ou inglesa. Os artigos poderão ser longos (até 70 mil 
caracteres, incluindo espaços, notas e referências bibliográficas) ou curtos (25 mil a 35 
mil caracteres, incluindo espaços, notas e referências bibliográficas).
5. Os artigos devem ser acompanhados, no início, de um resumo na língua original e 
de um abstract no caso de a língua original não ser o inglês (não deve exceder 1500 
caracteres, incluindo espaços e palavras-chave e nele deve figurar o título do artigo); 
deve ter, ainda, 3 a 5 palavras-chave e Key-words separadas por ponto e vírgula. No 
caso de o artigo ser em língua inglesa, deve ser acompanhado de um resumo noutra 
língua com as respectivas palavras-chave (português, francês, castelhano). 
6. Os trabalhos deverão ser enviados por correio eletrônico.
(almeidajrobson@gmail.com) em Word. 

Os artigos devem ser apresentados em fonte ARIAL 11, a 1,5 espaços com margens 
de 2,5cm (esquerda) e de 2,5cm (direita, topo, baixo).

III Preparação do texto 

III. 1. Formatação dos artigos
1. Os artigos devem ser paginados em numeração árabe, sem numeração na 1ª página.
Na página de rosto deve constar:
a)  o título do artigo em letras maiúsculas, 14, Arial, no centro da página
b) o nome do autor ou autores no final da página (ao centro) 4
c) o ano (ao centro).
2. Os textos deverão ser apresentados em forma corrida, sem espaços extra entre
parágrafos nem qualquer formatação especial.
3. O título do artigo deve surgir em letras maiúsculas, tamanho 14, Arial e deve ser
inserido no cabeçalho de todas as páginas (exceptuando a de rosto e a 1ª página).
4. Os subtítulos devem surgir em letras minúsculas, tamanho 13, Arial. Se houver
subtítulos de subtítulos, estes surgirão em tamanho 12, itálico.
5. Os quadros,  gráficos ou imagens deverão ser inseridos separadamente, nas últimas
páginas do documento, com numeração romana e com qualidade suficiente para a sua
reprodução. Deve ser assinalado no texto o local onde figurarão os respectivos
conteúdos (ex: inserir Tabela II aqui, inserir gráfico III aqui). É da responsabilidade dos
autores obter permissão do direito da sua reprodução.
6. O número e tamanho das notas de rodapé não devem ser extensos. As notas devem
ser seriadas e incluídas no final da respectiva página.
7. O algarismo que remete para a nota deverá ser colocado no espaço superior ao da
linha respectiva, depois do sinal de pontuação. (ex:  de acordo com os especialistas
consagrados nesta área.1)


1. Todas as citações de textos em línguas estrangeiras deverão, salvo casos
excepcionais, em que poderá citar-se também o original, ser apresentadas apenas em
tradução.
2. As citações pouco extensas (2-3 linhas) devem ser incorporadas no texto, entre aspas
duplas (“ ”). As citações dentro de outra citação deverão ser assinaladas por aspas
simples (‘ ’). As citações mais longas serão recolhidas, ficando impressas em corpo
inferior ao do texto (tamanho 10), sem aspas.
3. As interpolações serão identificadas por meio de parênteses rectos [ ].
4. As omissões serão assinaladas por reticências dentro de parênteses rectos [...].
                                                         
1. Nota de rodapé.5
III. 3. Referências bibliográficas
1. As referências bibliográficas serão sempre feitas , na forma da Norma escolhida que deve ser seguida de uma única forma do início ao fim do artigo..
2. Será incluída no final, com o título “Referências Bibliográficas.

 Indicações gerais
1. Os objetivos da CONECTANDO AS CIÊNCIAS são a promoção da reflexão e a discussão sobre a investigação realizada no domínio das Ciências da Educação, Saúde e fornecer quadros teóricos e metodológicos que possam fornecer orientações a todos quantos, direta ou indiretamente, se encontrem ligados à investigação na área das Ciências. É, também, um espaço de apelo e incentivo à publicação para os investigadores mais jovens e ou a formação de Investigadores.  Os artigos devem ser originais, redigidos em língua portuguesa, inglesa, francesa, chinesa, alemã ou castelhana e enviados para o endereço constante no final da página. O Conselho de Redação reserva para si o direito de publicar ou não os trabalhos recebidos, comprometendo-se a informar os autores, no prazo máximo de noventa dias, da decisão a que tenha chegado e dos seus fundamentos. Essa decisão terá por base o parecer do Conselho de Redação e/ou a avaliação efetuada por especialistas reconhecidos das respectivas áreas. Todos os artigos e textos em língua portuguesa devem estar de acordo com as normas do acordo ortográfico. Os conteúdos dos textos e as opiniões neles expressas, tal como a referência a figuras ou gráficos já publicados são da exclusiva responsabilidade dos autores. Os textos apresentados a CONECTANDO AS CIÊNCIAS serão sujeitos a um processo de seleção e revisão por arbitragem científica. O conteúdo dos textos publicados é da responsabilidade dos respectivos autores. O Conselho de Redação, com base no parecer da arbitragem científica, pode sugerir aos autores a reformulação dos trabalhos. Uma vez assente o texto definitivo, não serão permitidas modificações. As normas de referência bibliográfica seguidas pela CONECTANDO CIÊNCIAS são as normas: ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas) ou APA (American Psychological Association): as citações bibliográficas devem ser inseridas de acordo com as mesmas normas. As notas, quando as houver, devem surgir em nota de rodapé, no final de cada página. Todos os artigos submetidos devem seguir, rigorosamente, as normas estabelecidas.

Conectando as Ciências e Instituto Muda Mundo
Almeidajrobson@gmail.com

A revisão das provas é da responsabilidade do Conselho de Redação, que
garante a reprodução fidedigna e formalmente correta dos textos selecionados
para publicação; só em casos excepcionais, mediante pedido expressamente
justificado, serão remetidas provas aos autores.
Conselho de Redação
José Robson de Almeida
Daniele Nunes Peixoto
Jaqueline Petito


"O poder só é efetivado enquanto a palavra e o ato não se divorciam, quando as palavras não são vazias e os atos não são brutais, quando as palavras não são empregadas para velar intenções, mas para revelar realidades e os atos não são usados para violar e destruir, mas para criar relações e novas realidades" (Arendt, 2001, p. 212).
José Robson de Almeida.

sábado, 20 de outubro de 2012

PREPARAÇÃO DE UM GUIÃO DE UMA ENTREVISTA

PREPARAÇÃO DE UM GUIÃO DE UMA ENTREVISTA

ASPECTOS A TER EM CONTA NA PREPARAÇÃO DE UM GUIÃO DE UMA ENTREVISTA

• Criar alguma ordem nas áreas/tópicos principais, de modo a que as questões sobre estas áreas/tópicos sejam fluidas, mas estar preparado para alterar a ordem das questões durante a entrevista;
• Formular questões ou tópicos de entrevista que contribuam para dar resposta às questões investigativas (mas sem tornar as questões muito específicas);
• Utilizar uma linguagem que seja facilmente compreendida e relevante para as pessoas a entrevistar;
• Tal como em entrevistas quantitativas, não colocar questões que possam influenciar determinada resposta;
• Recolher alguns dados extra, que permitam caracterizar os entrevistados de forma a melhor compreender e contextualizar as suas respostas.

Bibliografia:

http://fds.oup.com/www.oup.co.uk/pdf/0-19-874204-5chap15.pdf (acedido a 3 de Dezembro de 2009)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012


Perguntas e Respostas sobre
Malformação Arteriovenosa Cerebral
Uma malformação arteriovenosa  cerebral (MAV) é
uma  conexão  anormal  entre  artérias  e  veias  que
modifica o fluxo normal de sangue entre elas. Uma MAV,
que  está  presente  desde  o  nascimento  (congênita),
pode se desenvolver em qualquer parte do corpo, mas
ocorre com mais frequência no cérebro ou na coluna
vertebral.  Aparece  como  um  emaranhado  de  vasos
sanguíneos anormais e dilatados, podendo ocorrer em
qualquer parte do cérebro.  A causa não é bem definida.
Apessoa pode não saber que tem uma MAV cerebral
até  sentir  sintomas,  como  dores  de  cabeça  ou  uma
convulsão.  Em  casos  graves,  há  ruptura  dos  vasos
sanguíneos, causando sangramento cerebral
(hemorragia). Uma vez diagnosticada, a MAV cerebral é
na maioria dos casos tratada com sucesso.
Muitas  vezes  uma  MAV  cerebral  não  apresenta
sinais  ou  sintomas  até  a  sua  ruptura,  resultando  em
sangramento cerebral (hemorragia). Os sinais e
sintomas de uma MAV cerebral incluem:
Crise convulsiva;
Dor de cabeça (cefaleia);
Som pulsante na cabeça (zumbido pulsátil);
Fraqueza progressiva ou dormência em um lado
do corpo.
Quando o sangramento ocorre no cérebro, os sinais
e  sintomas  podem  ser  semelhantes  a  um  acidente vascular  ?cerebral (AVC ou derrame) e podem incluir: ?Dor de cabeça súbita e severa;
Fraqueza  ou  dormência  em  um  dos  lados  do
corpo;??Perda da visão; ?Dificuldade em falar; ?Incapacidade de compreender os outros;
Tontura e perda do equilibrio súbitas;
O sangramento por uma MAV cerebral coloca a vida
em perigo e requer atenção médica de emergência. Os
sintomas  podem  iniciar  em  qualquer  idade,  porém  é
mais frequente antes dos 50 anos. Uma MAV cerebral
pode danificar o tecido cerebral ao longo do tempo.
Uma MAV é uma conexão anormal entre artérias e
veias. Acredita-se que uma MAV se desenvolve durante
o desenvolvimento fetal. Normalmente, o coração envia
sangue  rico  em  oxigênio  e  glicose  para  o  cérebro
através  das  artérias,  que  se  ramificam  em  arteríolas
menores e, posteriormente, em capilares. O oxigênio é
removido  do  sangue  nos  capilares  e  utilizados  pelas
células do cérebro. O sangue pobre em oxigênio passa
para vênulas pequenas e, em seguida, para veias de
drenagem maiores, devolvendo-o ao coração e
pulmões para receber mais oxigênio. Na presença de
uma MAV, o sangue passa diretamente das artérias para
as  veias  através  de  vasos  anormais,  atrapalhando  o
processo normal de como o sangue circula através do
cérebro. Quais são as complicações?
Como é feito o diagnóstico?
Angiografia por tomografia computadorizada (AngioTC):
Ressonância  magnética  (RM)  e  angiografia  por
Ressonância Magnética (Angio-RM):
Arteriografia cerebral com subtração digital:
As complicações de uma MAV cerebral incluem:
Sangramento (hemorragia);
Redução de oxigênio para o tecido cerebral;
Lesão cerebral.
O  diagnóstico  de  uma  MAV  cerebral  geralmente
começa com um minucioso exame médico
especializado. Os exames de imagem são geralmente
realizados por radiologistas especializados em imagens
do sistema nervoso. Os três principais exames
utilizados para diagnosticar uma MAV cerebral são:
tem imagens dos vasos cerebrais utilizando raio-X.
Contraste é injetado através de um acesso venoso no
membro superior de modo que as artérias e as veias da
MAV podem ser demonstradas.
É mais  sensível  que a TC em mostrar uma MAV.  A RM
também fornece informações sobre a exata localização da
 malformação, o que é muito importante para determinar as
 opções de tratamento. Pode ser injetado contraste paramagnético
para uma melhor visualização da circulação sanguínea
cerebral. Também conhecido como angiografia cerebral, é o
 exame mais detalhado e a melhor maneira de diagnosticar uma
MAV cerebral.  O  exame  revela  a  localização  exata  e  as
características  das  artérias  e  veias  que  formam  a
malformação.