sábado, 24 de setembro de 2011


Beyond the bomb

Nature
 
477,
 
369
 
(22 September 2011)
 
doi:10.1038/477369b
Published online
 
Twenty years after the end of the cold war scientists and the military still need each other.
With a science and technology budget that currently stands at about US$12 billion per year, the US defence complex is the world's largest investor in military research. Much of the money has gone into developing weapons of unprecedented lethality, but a large fraction supports 'dual-use' research, whose products — from the Internet to the Global Positioning System — have enriched society as a whole. And the trove of military data has proved surprisingly useful to scientists studying environmental change (see page 388).
Military efforts are also helping to improve public health. Studies of traumatic brain injuries inflicted by bomb blasts (see page 390) could aid in the diagnosis and treatment of brain injuries in civilians. And the need to keep troops healthy has resulted in advances ranging from a partially effective vaccine against HIV to a mobile-phone-based reporting system for disease cases (see page 395).
Such programmes have been strengthened by JASON, an independent panel of high-level scientists whose advice is often brutally frank (see page 397). But the Pentagon can and should do much more to support dual-use science — by, for example, minimizing the bureaucracy and secrecy that still make it far too difficult for outsiders to gain access to military data.
Defence officials should also insist that their public-health research be meticulously transparent about goals and methods — this is crucial to overcoming mistrust in the developing world. At home, the Pentagon could enhance its credibility among academics by funding discussions on the ethical, legal and social implications of its research — for example, the development of robotic warfare (see page 399).
Most fundamentally, Congress and the Pentagon should continue their strong support for military science. This is not as axiomatic as it was when the United States was in a decades-long, high-stakes technological race with the Soviet Union. Much of today's military research, in the United States and elsewhere, consists of shorter-term problem-solving, such as how to deal with low-tech roadside explosives, or the development of virtual worlds for training troops or aiding their post-injury recovery (seepage 406). As the mission becomes more diffuse, high-level support for military science may wane, especially as the Pentagon's overall funding comes under scrutiny (see page 386). Yet cutting and narrowing military research would be short-sighted, especially when the concept of national security is itself expanding, to include not just military strength, but public health, economic vigour, dealing with climate change, and all the other factors that make for a strong society.

High-fidelity projective read-out of a solid-state spin quantum register

Nature
 
(2011)
 
doi:10.1038/nature10401
Received
 
 
Accepted
 
 
Published online
 
Initialization and read-out of coupled quantum systems are essential ingredients for the implementation of quantum algorithms12. Single-shot read-out of the state of a multi-quantum-bit (multi-qubit) register would allow direct investigation of quantum correlations (entanglement), and would give access to further key resources such as quantum error correction and deterministic quantum teleportation1. Although spins in solids are attractive candidates for scalable quantum information processing, their single-shot detection has been achieved only for isolated qubits3456. Here we demonstrate the preparation and measurement of a multi-spin quantum register in a low-temperature solid-state system by implementing resonant optical excitation techniques originally developed in atomic physics. We achieve high-fidelity read-out of the electronic spin associated with a single nitrogen–vacancy centre in diamond, and use this read-out to project up to three nearby nuclear spin qubits onto a well-defined state7. Conversely, we can distinguish the state of the nuclear spins in a single shot by mapping it onto, and subsequently measuring, the electronic spin58. Finally, we show compatibility with qubit control: we demonstrate initialization, coherent manipulation and single-shot read-out in a single experiment on a two-qubit register, using techniques suitable for extension to larger registers. These results pave the way for a test of Bell’s inequalities on solid-state spins and the implementation of measurement-based quantum information protocols.

Figures at a glance

www.educasul.com.br/2010/Anais/trabalhos_educasul_educao_e_infancia/Elizângela Ribeiro de Oliveira Cabral.pdf

www.educasul.com.br/2010/Anais/trabalhos_educasul_educao_e_infancia/Elizângela Ribeiro de Oliveira Cabral.pdf

Prédios públicos do Rio vão ter brigadas contra a dengue

Funcionários serão especialmente destacados para procurar focos de mosquitos

Rio - Todos os prédios públicos das esferas municipal, estadual e federal do estado terão brigadas de combate à dengue. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pelo secretário Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, durante o seminário ‘Rio Contra a Dengue’, que reúne até amanhã prefeitos e secretários de Saúde de mais de 50 municípios no Hotel Intercontinental, em São Conrado, Zona Sul do Rio. A ação tem por objetivo reduzir os riscos da provável epidemia em 2012.
“Temos um cenário muito ruim e extremamente preocupante para o próximo verão. Principalmente porque temos um tipo novo do vírus, o tipo 4. Ninguém tem imunidade a ele”, alertou Côrtes.
Arte: O Dia
Arte: O Dia
As brigadas contra a dengue começarão a atuar na segunda quinzena de outubro após a assinatura de decreto pelo governador Sérgio Cabral. Os grupos serão compostos por funcionários dos próprios órgãos, que terão a função de semanalmente fiscalizar seus prédios para impedir a existência de criadouros do mosquito da dengue.
“E uma vez por mês, 1.500 homens do Corpo de Bombeiros vão fiscalizar estes locais. Se forem encontradas larvas do mosquito, os administradores da unidades serão punidos administrativamente”, alertou a subsecretária de Vigilância em Saúde, Hellen Miyamoto.
Além das brigadas, as ações do estado preveem mudanças no horário de expediente dos agentes endêmicos. O objetivo é que a jornada de trabalho deles se adapte às realidades de cada município, e inclua fins de semana e até mesmo a noite, quando os moradores estão em casa para receber as visitas de inspeção. “Queremos que vistoriem as casas de domingo a domingo”, disse Côrtes.
Dez minutos
O governo voltou a lançar o programa “10 minutos contra a dengue”. A ideia é que cada pessoa separe este tempo por semana para verificar a existência de focos do mosquito em sua casa, empresa ou escola. O programa será levado a colégios e empresas, segundo o estado.

Mutirões
A Prefeitura do Rio vai realizar mutirões contra a dengue em todos os fins de semana. Dia 24 será a vez da Zona Sul. Dia 1º, do Méier. E, no dia 8, o trabalho será em Santa Cruz.

Implante deixa rosto de menino com 'chifres'

Londres (Inglaterra) - Por conta de uma mancha de nascença vermelha na testa, um menino inglês de quatro anos precisou de dois implantes no rosto para que a mancha pudesse ser retirada. Os suportes, no entanto, deram ao rosto do pequeno George Ashman, hoje com cinco anos, um aspecto de chifres.
Foto: Reprodução
O pequeno George pouco tempo depois de colocar os implantes e após a retirada dos mesmos | Foto: Reprodução Internet
Por temer que seu filho fosse vítima de bullying pelo resto da vida, a mãe de George, Karen, de 33 anos. decidiu submeter o filho a uma cirurgia, que consistia na inserção de dois expansores sob a pele, que gradualmente seria inflado e esticaria o tecido, fazendo com que a mancha sumisse. No entanto, quando os suportes começaram a crescer, ficaram semelhantes a um par de chifres. A reportagem é do Daily Mail.

Depois de quatro meses os implantes foram removidos a mancha já havia sumido. O resultado permitiu que George ficasse com apenas uma pequena  cicatriz na testa, bem aoestilo do bruxinho inglês Harry Potter.

"Quando vi pela primeira vez os implantes no lugar, fiquei sem palavras", afirmou a mãe do menino. "Eles eram maiores do que eu esperava - e colocados em cada lado da cabeça minúscula, pareciam chifres. O lindo rostinho de anjo do meu bebê parecia o diabo".
foto materia principal
George nasceu com uma mancha vermelha na testa | Foto: Reprodução Internet
George nasceu em 2006 com um hemangioma marca de nascença - um caroço benigno causado pelo crescimento anormal de tecidos de vasos sanguíneos. "Quando ele nasceu minha mente imediatamente correu para a frente por 10 anos. George seria o garoto solitário, sem amigos, sem namorada"

Apesar da retirada da mancha, muitas crianças da escola ainda apontam para George e riem dele, devido às fotos do menino na época do implante dos suportes.


Cientistas fazem partícula viajar mais rápido que a luz

Genebra (Suíça) - Pesquisadores que trabalham no superacelerador de partículas europeu anunciaram ter feito descoberta que pode mudar totalmente conceitos importantes da Física: encontraram uma partícula que pode atingir velocidade mais rápida que a da luz, considerada “insuperável” até então segundo a Teoria da Relatividade de Albert Einstein.

Segundo medições de especialistas, os neutrinos (partículas menores que átomos) percorreram os 730km que separam as instalações do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), em Genebra (Suíça), do laboratório subterrâneo de Gran Sasso (Itália), a velocidade de 300.006 km/segundo, portanto 6 km/segundo a mais do que a velocidade da luz. “Em uma ‘corrida de fundo’ de 730km, os neutrinos cruzaram a linha de chegada com 20 metros de vantagem  em relação à luz, se ela tivesse percorrido a mesma distância através da crosta terrestre”, explicou, em comunicado do Centro Nacional de Pesquisa Científica francês (CNRS).
A QUINTA DIMENSÃO
Se a medição for confirmada após análises de especialistas de todo o mundo, a descoberta pode significar a existência, no universo, de algo até então só presente nos filmes de ficção científica: uma outra dimensão, fora as quatro conhecidas — o tempo e as três do espaço (comprimento, largura e altura).

Quem sustenta a tese é Pierre Binetruy, diretor do Laboratório de Astropartículas e Cosmologia de Paris. Para ele, os neutrinos “encontraram um atalho em outra dimensão”, e por isso venceram a corrida contra a luz. 

Ao que tudo indica, físicos terão muito trabalho pela frente. Afinal, a experiência que resultou na descoberta foi repetida à exaustão: os resultados publicados pelo Cern e pelo CNRS foram fruto de três anos de dados e da observação de mais de 15 mil neutrinos, com margem de erro recorde de apenas 10 bilionésimos de segundo.
Mesmo assim, pesquisadores do experimento querem que os resultados da pesquisa sejam analisados por ainda mais especialistas.

Cerca de 200 mil jovens deficientes estão fora da sala de aula

Segundo o MEC, o problema seria a falta de vagas nas escolas públicas

Brasília - Quase metade das crianças e adolescentes (48%) com algum tipo de deficiência e que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) está fora da escola. A proporção equivale a cerca de 200 mil jovens que deveriam estar estudando, mas não conseguiram vaga nas escolas ou as famílias não efetuaram a matrícula.
Foto: Divulgação
Para Haddad, há falta de iniciativa do poder público local | Foto: Divulgação
Os números são do Ministério da Educação (MEC) que lançou em Brasília, nesta quarta-feira, a 2ª edição do Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas. De acordo o ministro Fernando Haddad, o grande contingente é fruto de problemas culturais (as famílias não têm a compreensão da necessidade e do direito de as pessoas com deficiência estudarem) e também da falta de iniciativa do Poder Público local.
Haddad espera que as secretarias deEducação dos estados e dos municípios busquem as crianças e os adolescentes que não estão na escola. “Eu tenho o cadastro de todas as crianças que recebem por lei um salário mínimo em virtude de uma deficiência. Eu tenho esse cadastro e cruzo com o do MEC. Se eu não encontro a criança matriculada, eu tenho que visitar essa criança. Cem mil crianças já foram resgatadas com esse processo, nós temos que buscar essas 200 mil”, disse.
De acordo com a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi), Cláudia Pereira Dutra, muitas famílias têm medo de perder o benefício ao matricular os filhos porque, na visão dessas pessoas, a frequência escolar seria a comprovação de que não existe invalidez. Cláudia afirma que não há essa possibilidade e esclarece que a Constituição Federal (Artigo nº 205) determina que a educação é “direito de todos e dever do Estado e da família”.
“Esse recurso é para promover a qualidade de vida das pessoas, entre eles, o exercício do direito à educação”, destacou.
Segundo Cláudia, desde 2007, mais de 24 mil salas de recursos multifuncionais (com equipamentos, mobiliários, material para atendimento especializado) foram instaladas nas escolas públicas (investimento de R$ 150 milhões). Anualmente, o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) oferece R$ 100 milhões para a adequação física de escolas (construção de rampas, instalação de corrimão, adaptação de banheiros).
Na opinião da secretária, além da adequação física e da formação dos professores, é fundamental a compreensão dos profissionais que atuam nas escolas de que muitas pessoas com deficiência necessitam do apoio de um acompanhante permanentemente – como parentes que possam ficar na escola para ajudar em atividades em sala, na locomoção, na alimentação e no uso dos banheiros.
No ano passado, escolas públicas de 420 municípios de todo o país inscreveram 713 iniciativas para concorrer ao prêmio. Uma escola em cada região foi premiada. Este ano,o prêmio foi dividido em três categorias: escolas públicas (para experiências pedagógicas exitosas); secretarias de Educação (gestão do sistema de ensino que gere inclusão); e estudantes de escolas públicas (para texto narrativo sobre o tema A Escola Aprendendo Com as Diferenças, que deve ser elaborado por estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio). O primeiro colocado receberá um notebook.
As inscrições devem ser feitas até 31 de dezembro, no site do MEC: www.mec.gov.br
Com informações da Agência Brasil

O insuportável brilho da escola PDF | baixar pdf gratis

O insuportável brilho da escola PDF | baixar pdf gratis

O insuportável brilho da escola PDF | baixar pdf gratis

O insuportável brilho da escola PDF | baixar pdf gratis

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


 O Estado de São Paulo, 21/09/2011 - São Paulo SP
Comissão do Senado retira do MEC responsabilidade pelo ensino superior
Projeto de lei transfere atribuição para Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Estadão.edu
A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira projeto que transforma o Ministério da Educação (MEC) em Ministério da Educação de Base. Dessa maneira, todas as universidades federais e normas relativas ao ensino superior passariam a ficar sob responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Agora, o projeto segue para a Comissão de Educação, Cultura e
Esporte. Depois, para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Se aprovado, segue para votação na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a mudança é necessária porque o peso do ensino superior faz com que haja uma concentração de recursos e atenção do MEC nesse setor. "Outros países já mostraram que ter um ministro que cuide
exclusivamente do ensino de base é um bom caminho. O caminho das universidades é a inovação", disse Buarque, em entrevista à Rádio Senado. Na Europa, três países - Portugal, França e Reino Unido - têm ministérios distintos, que cuidam separadamente do ensino superior e de base. Na América do Sul, a Venezuela segue o mesmo caminho.

 O Estado de São Paulo, 21/09/2011 - São Paulo SP
Para senador, divisão do MEC fortaleceria ensino básico
Cristovam Buarque diz que pressão de universitários garante mais recursos para ensino superior
Estadão.edu
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) acredita que uma divisão no MEC fará com que o ensino básico passe a ser mais valorizado no País. Ele é o autor do projeto, aprovado nesta quarta-feira pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, que pretende tirar do ministério a responsabilidade pelo ensino superior. "Hoje, 70% do que a União investe em educação vai para o ensino superior. Com um
ministro cuidando apenas da educação básica, isso vai mudar", afirma Buarque. Para o senador, que foi ministro da Educação no primeiro governo Lula, a força política dos estudantes universitários promove desequílibrio no repasse de verbas. "Criança não vota nem tem UNE. Hoje, um ministro pode fazer um trabalho pífio no ensino básico e mesmo assim 
sair fortalecido do cargo", reclama Buarque. Segundo ele, o envolvimento da presidente Dilma Rousseff no assunto agilizaria a tramitação do projeto no Legislativo. Com a divisão, o Enem, utilizado como forma de seleção para universidades federais, continuaria sob tutela do MEC. Procurado pela reportagem, o ministério informou que não comenta projetos de lei.