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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Nasa descobre primeiro planeta fora do sistema solar em zona habitável
Edição do dia 06/12/2011
06/12/2011 14h00 - Atualizado em 06/12/2011 14h01
A exploração começou em fevereiro de 2009, com o lançamento de um telescópio para observar as estrelas em detalhes. O novo planeta, apelidado de Kepler-22b fica a 600 anos-luz da Terra.
Giuliana MorroneNova York
A Agência Espacial Americana (Nasa) divulgou a descoberta do primeiro planeta fora do sistema solar que pode ser habitável. A exploração começou em fevereiro de 2009, com o lançamento no espaço do Kepler, um telescópio gigante, potente e com capacidade para observar as estrelas em detalhes. Ele partiu para procurar planetas na galáxia vizinha e, como um detetive, investigou o espaço e inspecionou 150 mil estrelas.
Nessa investigação espacial, o telescópio usou instrumentos que medem as variações de luminosidade de uma estrela para saber se existe um planeta em sua órbita. Foi assim que o planeta, apelidado de Kepler-22b, foi encontrado.
Segundo os cientistas, a temperatura na superfície do novo planeta permite a existência de água em estado líquido, uma condição importante para o desenvolvimento da vida como conhecemos. O Kepler-22b está a 600 anos-luz da Terra e, como o telescópio detectou apenas as variações de luz, os cientistas ainda não sabem se ele é sólido como a Terra ou se é composto de líquido ou gás
Estrela que gira a 2 milhões de km por hora é a mais rápida já detectada
06/12/2011 09h37 - Atualizado em 06/12/2011 09h37
Astro VFTS 102 foi detectado por equipe do Observatório Europeu do Sul.
Objeto tem 25 vezes a massa do Sol e brilha 100 mil vezes mais.
Segundo esta hipótese, uma das estrelas teria explodido sob a forma de uma supernova, expulsando a companheira VFTS 102 da região. A prova pode estar na presença de resquícios de supernova próximos à região observada pelos cientistas na Grande Nuvem de Magalhães, além de um pulsar - uma estrela muito pequena e com muita massa, que poderia ter sido originada após a explosão.
05/12/2011 16h12 - Atualizado em 05/12/2011 16h12
Cientistas descobrem os maiores
buracos negros já conhecidos
Juntos, astros têm massa quase 10 bilhões de vezes maior que a do Sol.
Achado foi publicado pela revista científica 'Nature'.
central de uma galáxia elíptica gigante
(Foto: Gemini Observatory/AURA/Lynette Cook)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
GEOGRAFIA
Pesca no Brasil
Perigos da exploração indiscriminada
Ronaldo Decicino*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Estudo do Ministério do Meio Ambiente alerta para a drástica redução de várias populações de peixes
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Segundo levantamento realizado por diversas universidades brasileiras e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, nada menos que 80% das principais espécies marinhasexploradas comercialmente na costa brasileira estão no limite de sua capacidade de recuperação.
Ou seja: se algo não for feito para disciplinar a pesca dessas espécies - das quais as mais ameaçadas são peixes populares, como a corvina, a sardinha, a pescada, a tainha, o badejo e o cação, além de alguns tipos de camarão, lagosta e caranguejo -, logo os brasileiros precisarão importá-las.
De acordo com os estudos, já chegam a 24 as espécies de peixes marinhos e 79 as de invertebrados, como o guaiamum e a estrela-do-mar, sob risco em decorrência da sobre-exploração (excesso de capturas).
O Brasil chegava a produzir cerca de 130 mil toneladas de sardinha em meados dos anos 1980, por exemplo. Hoje, devido à pesca indiscriminada, não alcança 25 mil toneladas por ano.
A situação desses peixes é agravada por fatores ambientais que, por enquanto, não afetam o oceano brasileiro. Dentre as ameaças, as mais sérias são a poluição, o desmatamento das margens dos rios e a destruição de mangues.
Mesmo as espécies criadas em cativeiro não estão fora de risco. A crescente criação de camarões em viveiros (carcinicultura) - em vários estados do Nordeste, especialmente no Rio Grande do Norte - está prejudicando os pescadores autônomos da região.
Nesses estados, alguns proprietários, além de monopolizarem o cultivo, estão degradando os mangues com material orgânico, cuja utilização polui as águas dos rios e mata os peixes. Tem havido também influência no fluxo das marés, extinção de áreas utilizadas no trabalho de mariscar e contaminação da água destinada ao consumo humano.
As ameaças às espécies aquáticas não se restringem ao Brasil. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) calcula que de 9% a 10% dos estoques pesqueiros mundiais já entraram em colapso, e entre 15% e 18% encontram-se sobre-explorados.
Revista Problemas Brasileiros, nº 380, março/abril de 2007.
Ou seja: se algo não for feito para disciplinar a pesca dessas espécies - das quais as mais ameaçadas são peixes populares, como a corvina, a sardinha, a pescada, a tainha, o badejo e o cação, além de alguns tipos de camarão, lagosta e caranguejo -, logo os brasileiros precisarão importá-las.
De acordo com os estudos, já chegam a 24 as espécies de peixes marinhos e 79 as de invertebrados, como o guaiamum e a estrela-do-mar, sob risco em decorrência da sobre-exploração (excesso de capturas).
O Brasil chegava a produzir cerca de 130 mil toneladas de sardinha em meados dos anos 1980, por exemplo. Hoje, devido à pesca indiscriminada, não alcança 25 mil toneladas por ano.
Rios e lagos
Vale lembrar que as espécies marinhas não são as únicas que estão ameaçadas. De acordo com outro estudo realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, a situação dos peixes de rios e lagos não é muito diferente. Nada menos do que 135 espécies de água doce - como o pirarucu e o lambari - já foram prejudicadas pela pesca excessiva e sofreram drástica redução de suas populações.A situação desses peixes é agravada por fatores ambientais que, por enquanto, não afetam o oceano brasileiro. Dentre as ameaças, as mais sérias são a poluição, o desmatamento das margens dos rios e a destruição de mangues.
Mesmo as espécies criadas em cativeiro não estão fora de risco. A crescente criação de camarões em viveiros (carcinicultura) - em vários estados do Nordeste, especialmente no Rio Grande do Norte - está prejudicando os pescadores autônomos da região.
Nesses estados, alguns proprietários, além de monopolizarem o cultivo, estão degradando os mangues com material orgânico, cuja utilização polui as águas dos rios e mata os peixes. Tem havido também influência no fluxo das marés, extinção de áreas utilizadas no trabalho de mariscar e contaminação da água destinada ao consumo humano.
As ameaças às espécies aquáticas não se restringem ao Brasil. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) calcula que de 9% a 10% dos estoques pesqueiros mundiais já entraram em colapso, e entre 15% e 18% encontram-se sobre-explorados.
Bibliografia
*Ronaldo Decicino é professor de geografia do ensino fundamental e médio da rede privada.
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