terça-feira, 1 de novembro de 2011

Gabarito do Simulado CSM








6º Ano
Ensino Fundamental



01 (B)   
  
02 (A)    
  
03 (D)
  
04 (E)   
  
05 (C)    
  
06 (D)  
  
07 (B)    
  
08    (C)   
  
09 (C)    
  
10 (C)   
  
11 (B)    
  
12 (B)    
  
13 (B)  
  
14 (A)   
  
15    (C)
  
16 (B)  
  
17 (D)   
  
18 (D)
  
19 (B)   
  
20 (A)    
  
21    (B)   
  
22 (C)    
  
23 (B)    
  
24 (C)    
  
25 (B)  
  
26 (D)
  
27 (E)   
  
28 (C)   
  
29 (D)  
  
30 (A)



1ª Série
Ensino Média



01 (E)   
  
02 (C)   
  
03 (D)   
  
04 (D)   
  
05 (D)   
  
06 (E)   
  
07 (B)   
  
08 (C)   
  
09 (A)   
  
10 (C)   
  
11 (E)   
  
12 (D)   
  
13 (D)   
  
14 (A)   
  
15 (B)   
  
16 (C)   
  
17 (B)   
  
18 (B)   
19 (C)   
  
20 (E)   
  
21   
  
22 (C)   
  
23 (B)   
  
25 (D)   
  
26 (C)   
  
27 (A)   
  
28 (C)   
  
29 (D)   
  
30 (D)   
  
31 (E)   
  
32 (B)   
  
33 (C)   
  
34 (B)   
  
35 (C)


2ª Série
Ensino Médio



01 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
02 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
03 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
04 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
05 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
06 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
07 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
08 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
09 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
10 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
11 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
12 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
13 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
14 (A) (B) (C) (D) (Ex)  
 
15 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
16 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
17 (Ax) (B) (C) (D) (E)  
 
18 (A) (B) (C) (Dx) (E)
 
19 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
20 (Ax) (B) (C) (D) (E)  
 
21 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
22 (A) (B) (C) (D) (Ex)  
 
23 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
24 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
25 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
26 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
27 (Ax) (B) (C) (D) (E)  
 
28 (A) (B) (Cx) (D) (E)  
 
29 (A) (B) (C) (D) (Ex)  
 
30 (A) (B) (C) (D) (Ex)  
 
31 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
32 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
33 (A) (B) (C) (Dx) (E)  
 
34 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
35 (A) (Bx) (C) (D) (E)  
 
36 (A) (B) (Cx) (D) (E)




2ª Série
Ensino Fundamental



01 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
02 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
03 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
04 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
05 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
06 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
07 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
08 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
09 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
10 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
11 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
12 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
13 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
14 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
15 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
16 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
17 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
18 (A) (B) (C) (D) (E)  
19 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
20 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
21 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
22 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
23 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
24 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
25 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
26 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
27 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
28 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
29 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
30 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
31 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
32 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
33 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
34 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
35 (A) (B) (C) (D) (E)  
 
36 (A) (B) (C) (D) (E)

domingo, 30 de outubro de 2011


Café Filosófico.

filosofiacomcafe@gmail.com

Coleção Filosofia no Ensino Médio





A coleção propõe ajudar os educadores a se preparem e entenderem como trabalhar com os fundamentos, a forma e os conteúdos desta área do conhecimento. Aborda as principais questões e dúvidas que envolvem a introdução da filosofia na grade curricular do ensino médio.
O projeto é levado a cabo por Silvio Gallo (Unicamp),Celso Favaretto (USP), Renata Lima Aspis(Unicamp), reconhecidos especialistas no ensino de filosofia no país. Eles apresentam e debatem as questões em torno dos fundamentos, da forma e conteúdo a serem trabalhados. 
O primeiro DVD, "Experiência Filosófica", levanta algumas hipóteses do que poderia ser o ensino de filosofia para jovens, levando o espectador a acompanhar uma reflexão sobre a filosofia do ensino de filosofia. Já o segundo, "Elementos Didáticos para a Experiência Filosófica" mostra de forma clara e detalhada uma das principais diretrizes para esse trabalho com jovens do ensino médio brasileiro hoje, segundo a concepção dos autores. 
O terceiro DVD, "A História da Filosofia e os Textos na Experiência Filosófica", explica as operações de pensamento necessárias ao fazer filosófico, e ainda traz reflexões a respeito da utilização do texto filosófico em sala de aula e da avaliação no ensino de filosofia. 
Em "Procedimentos Didáticos na Aula de Filosofia", o último da série, em forma de conversa, os autores debatem possíveis práticas de sala de aula, dando exemplos e contando um pouco de suas experiências. 
-x-
PROGRAMA 1 - EXPERIÊNCIA FILOSÓFICA Levantando algumas hipóteses do que poderia ser o ensino de filosofia para jovens, este primeiro programa leva o expectador a acompanhar uma reflexão no que poderíamos chamar de filosofia do ensino de filosofia. - Para que ensinar Filosofia? - Expectativas sobre o ensino de Filosofia - Teor filosófico e criticidade - A experiência do pensar - O ensino de Filosofia como experiência filosófica - O ensino de história da Filosofia.




PROGRAMA 2: ELEMENTOS DIDÁTICOS PARA A EXPERIÊNCIA FILOSÓFICA Este programa apresenta de forma clara e detalhada uma das principais diretrizes de um possível ensino de filosofia para jovens no Ensino Médio brasileiro hoje, segundo a concepção dos autores. - Objetivos - Sensibilização - Problematização - O universo de interesse dos alunos - Investigação filosófica - Argumentação e conceituação filosóficas.



PROGRAMA 3: A HISTÓRIA DA FILOSOFIA E OS TEXTOS NA EXPERIÊNCIA FILOSÓFICA Este programa explica as operações de pensamento necessárias ao fazer filosófico, e ainda traz reflexões a respeito da utilização do texto filosófico em sala de aula e da avaliação no ensino de filosofia. - Operações no ensino de Filosofia: - Detectar os pressupostos - Reconstruir argumentos - Confrontar teses filosóficas - Emitir juízos - Os textos na experiência filosófica - Avaliação na experiência filosófica - Depoimentos de alunos.


PROGRAMA 4: PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS NA AULA DE FILOSOFIA Em forma de conversa, os autores debatem possíveis práticas de sala de aula, dando exemplos e contando um pouco de suas experiências. - Plano de ensino na aula de Filosofia - Filosofia e o exercício do pensamento organizado - Propostas de práticas

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Postagem especialmente dedicada a quem trabalha com educação.


Seminários Internacionais Museu Vale do Rio Doce

O EVENTO
Como abertura das atividades do ano de 2009, o Museu Vale apresenta a quarta edição dos seus Seminários Internacionais. Desde o primeiro ano, em 2006, com o tema Arte no pensamento, os Seminários Internacionais Museu Vale propõem promover a reunião de artistas, críticos e curadores de arte, pensadores e escritores com um grande público, a fim tanto de pensar a arte quanto de fazer do pensamento arte. Ao contrário de quadros ou esculturas, instalações ou fotografias, com este evento, o Museu Vale abre as suas atividades anuais com uma exposição de pensamento – arte contemporânea? Onde começa a arte e termina o pensamento? Mas, antes, por que a arte começa onde termina o pensamento? Que fronteira os separa? Que relação os une?
O propósito dos Seminários do Museu Vale é proporcionar um amplo e profundo questionamento acerca da identidade e da diferença entre arte e pensamento.

No primeiro seminário, em 2006, foi contada a história de como o Ocidente, de Platão a Heidegger e Habermas, pensou a arte.

Em 2007, depois de uma abordagem histórica e de acordo com o projeto do Museu Vale, com o tema Sentidos na/da arte contemporânea, o segundo seminário questionou a arte contemporânea tanto no sentido de quem a faz, quanto no de quem a pensa. Em 2008, com o tema E para que poetas em tempo indigente?, o terceiro seminário apresentou, a partir de uma interrogação do poeta Hölderlin, a questão acerca do papel da arte diante da crise de nosso tempo. Dando continuidade a este projeto, com o tema Criação e crítica, o propósito deste quarto seminário é mostrar a relação entre o fazer artístico e o pensamento que o compreende, promovendo um encontro entre o artista criador e o pensador crítico para um diálogo reflexivo sobre a arte. Para isso, foram convidados treze palestrantes nacionais e três internacionais, todos relacionados ao universo da arte – artistas ou críticos.

Desta forma, a Fundação Vale, que trabalha pelo desenvolvimento das comunidades onde está presente, contribuindo para fortalecer as pessoas e respeitando as identidades culturais de cada localidade, reforça sua crença na cultura como meio de expressão da identidade, da história e da alma de cada região do país..


FRANÇOISE DASTUR (Palestra de abertura)
ACYLENE MARIA CABRAL FERREIRA

OSWALDO GIACOIA JUNIOR

MÁRCIO SELIGMANN-SILVA
FERNANDO SANTORO
PEDRO COSTA REGO
RICARDO BARBOSA
BERNARDO BARROS COELHO DE OLIVEIRA

EMMANUEL CARNEIRO LEÃO

ARTE NO PENSAMENTO MODERNO

ARTE NO PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO

ARTE NO PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO
CELSO FAVARETTO - Do moderno ao contemporâneo