sábado, 19 de março de 2011

Published online 18 March 2011 | Nature | doi:10.1038/news.2011.169

News

Hopping the fence

Botanic gardens could do more to stop the escape of non-native species.
tulip treeBotanic gardens have sometimes been the source of invasive species like this African Tulip Tree.sree314/flickr
Modern botanic gardens are much more than just attractive strolling grounds. Many have labs in which botanists and taxonomists ply their trade. And many take an interest in conservation of the world's flora, often by fostering rare species.
But they aren't always a force for good when it comes to conservation, according to a study by Philip Hulme, a weed specialist at Lincoln University in New Zealand1. Hulme says that many invasive plant species escaped from botanic gardens, and that the gardens do not do enough to keep their collections in check.
Hulme got the idea for the research in Tanzania. The field site he was visiting was near a botanic garden, and he could see that many of the plants in the site had come from the garden. "A lot of the species were spreading into the forest," he says.
Hulme first looked at the 34 plants on an International Union for Conservation of Nature list of 100 of the worst invasive species. For 19 of the 34, there was evidence that they may have escaped from botanic gardens. For example, the Brazilian fruiting tree known as strawberry guava (Psidium cattleianum), which runs riot all over the Hawaiian Islands, is thought to have jumped the fence from the Harold L. Lyon Arboretum in Honolulu in the early 20th century.

Misguided

Most of these events were long ago, back when some gardens were trying to get non-native — or alien — plants to naturalize in new places, or at least knew nothing of the threat they might pose to native ecosystems. So Hulme decided to check whether botanic gardens had since cleaned up their act.
To find out, he looked at whether areas with more botanic gardens had more alien plants living there. He used published accounts of the Gross Domestic Product, population density and alien species diversity of 26 counties. Then he added to the mix the number of botanic gardens per unit area, using a master list of gardens kept by Botanic Gardens Conservation International (BGCI), a global network of botanic gardens that is based in London. He discovered that they did, although the effect was not strong once the prosperity of the region and the number of people living there were accounted for. But 12% of the variation in alien-plant richness seems to be down to botanic gardens.
Hulme does point out that he has found a correlation, not a causal relationship. High numbers of gardens and alien species might both be the result of some third factor. "Does it reflect cultures that are really keen on horticulture?" he asks. Whatever the reason, Hulme thinks the figure should be enough to make garden managers take notice.
According to Hulme, few gardens have signed onto voluntary pledges such as the St Louis Declaration, wherein they promise to keep an eye on potential invasive plants, and few have undertaken any kind of risk assessment of their operations. "I just wanted to prick the conscience of botanic gardens," he says.

All abuzz

Stephen Blackmore, head of the Royal Botanic Garden Edinburgh, UK, says that the botanic-garden community has been buzzing about Hulme's paper. Many of the managers that he's corresponded with feel that the picture Hulme paints is a bit simplistic. In particular, Blackmore says, many share the sense that the era of botanic gardens as intentional introducers of plants to new areas is long past and that, these days, home gardeners and the horticultural trade are more likely sources of new invasive species.
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"I am not saying that that lets botanic gardens off the hook," says Blackmore. He agrees that the issue is an important one to highlight. But he also says that many gardens take steps to limit the danger of unwanted escapees. At his garden, he says, new specimens from abroad are held in quarantine houses until they've been checked for diseases or fungus that might pose a threat. And its shop doesn't sell anything that is considered invasive.
Meanwhile, BGCI is beginning a project with the Council of Europe to develop guidelines about the management of alien and invasive species in European botanic gardens, according to Suzanne Sharrock, director of global programmes at the BGCI. The guidelines will then be adapted for the BGCI's members beyond Europe and folded into the organization's general guidelines for botanic gardens interested in conservation. She expects a draft of the European version of the guidelines to be available by August.
Widespread adoption of such guidelines might just change the plants and trees that visitors see at botanic gardens. Hulme says some showy but potentially invasive species, such as the African Tulip Tree (Spathodea campanulata) are commonly planted in "a bit of laziness" because "everybody likes them". There are, he contends, plenty of pretty trees that don't have a tendency to run wild. 
  • References

    1. Hulme, P. E. Trends Ecol. Evol. 26, 168-174 (2011).

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Pessoas que têm cachorro se exercitam mais, diz pesquisa

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TARA PARKER POPE
DO "NEW YORK TIMES"
Se você procura a última palavra em equipamentos de exercício domésticos, considere algo com quatro pernas e um rabo que balança.
Vários estudos mostram que cachorros podem ser grandes motivadores para que as pessoas se mexam. Seus donos não apenas têm maior tendência a fazer caminhadas regulares como também novas pesquisas apontam que quem anda com um cão é mais ativo de forma geral comparado às pessoas que não possuem um.
Kevin Moloney/The New York Times
O cão Frisco corre a frente do grupo de corrida do dono, no Colorado (EUA)
O cão Frisco corre a frente do grupo de corrida do dono, no Colorado (EUA)
Uma pesquisa descobriu inclusive que as pessoas mais velhas têm maior tendência a fazer caminhadas regulares se o companheiro de passeio for canino em vez de humano.
"Você precisa andar e seu cachorro também", diz Rebecca A. Johnson, diretora do centro de pesquisas da interação homem-animal da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Missouri. "É bom para os dois lados da guia".
Na semana passada, pesquisadores da Michigan State University relataram que, entre os donos de cachorros que levavam seus bichos para caminhadas regulares, 60% atendiam ao critério federal de exercícios moderados ou vigorosos. Quase metade das pessoas que caminhavam com seus cães se exercitava uma média de 30 minutos por dia, pelo menos cinco dias na semana.
Em comparação, apenas um terço das pessoas sem cachorro se exercita nessa intensidade.
Os pesquisadores monitoraram os hábitos de exercícios de 5.900 pessoas no Michigan, incluindo 2.170 donos de cães. Eles descobriram que cerca de dois terços das pessoas com cachorro levavam seus animais para caminhadas regulares, definidas como passeios de pelo menos dez minutos.
Ao contrário de outros estudos que analisam caminhadas e o fato de possuir cachorro, este também monitorou outras formas de exercício, buscando responder ao que o principal autor, Mathew Reeves, chamou de pergunta óbvia: se caminhar com o cão "acrescenta uma quantidade significativa de exercícios ou isso simplesmente substitui outro exercício que você teria feito".
Segundo Reeves, professor associado de epidemiologia da Michigan State, as respostas foram animadoras. As pessoas que caminham com seus cães tiveram, no geral, níveis mais altos de atividade moderada e vigorosa do que outros participantes. Além disso, elas tiveram maior tendência de participar de outras atividades físicas no seu período de lazer, como esportes ou jardinagem. Em média, foram cerca de 30 minutos por semana a mais do que quem não possui um cachorro.
Reeves, dono de dois mestiços de labrador chamados Cadbury e Bella, afirma não ter se surpreendido. "Há exercícios que são praticados lá em casa que não seriam feitos de outra forma", diz. "Nossos cães exigem que os levemos para passear às 22h, quando é a última coisa que queremos fazer. Eles não nos deixam em paz até que façam seu passeio".
Mas ter um cachorro não garante atividade física. Alguns donos do estudo não saíam para passear com seus cães e se exercitaram muito menos no geral do que quem caminhava com o cachorro ou não tem o animal.
A prática de passear com o cachorro foi mais predominante entre pessoas jovens e instruídas. Donos com idades entre 18 e 24 anos tiveram duas vezes mais probabilidade de caminhar com seus cães do que aqueles com mais de 65.
Pessoas com nível superior de ensino também tinham o dobro de chances de sair para passear com seus cachorros em comparação àquelas com menos instrução. Animais mais novos saíram mais para passear do que os mais velhos e os maiores (de 20 kg para cima) caminharam maiores distâncias do que os menores.
Os pesquisadores pediram aos donos que não saíam com seus cachorros para que explicassem o motivo. Cerca de 40% disseram que os bichos poderiam correr livres pelo quintal, então não precisavam sair, enquanto 11% dos pesquisados contrataram serviços de passeadores de cães.
Cerca de 9% disseram não ter tempo para sair com o cachorro e outros 9% disseram que os cachorros se comportavam muito mal ao saírem para passear. A idade do cão ou do dono também teve um efeito: 9% das pessoas disseram que o cachorro era velho demais para passear, enquanto 8% disseram ser velhas demais para levar um cão para passear.
"Muito mais passeios poderiam ser feitos", disse Reeves.
E a pergunta que continua é se ter um cachorro incentiva a atividade regular ou se quem é ativo e saudável simplesmente tem maior tendência a adquirir um cachorro como companheiro de caminhadas.
Estudo australiano de 2008, realizado no estado de Austrália Ocidental, trabalhou essa questão quando acompanhou 773 adultos que não tinham cachorro. 92 deles, ou 12% do grupo, haviam adquirido um cão após um ano. Ter um cachorro aumentou o tempo médio de caminhada em cerca de 30 minutos por semana, em comparação às pessoas sem cães.
Porém, em análise mais detalhada, os novos donos de cachorros eram bastante sedentários antes de adquirir o cão, caminhando cerca de 24% menos do que outras pessoas sem o animal.
Os pesquisadores descobriram que uma das motivações para adquirir um cachorro era o desejo de fazer mais exercícios. Antes da aquisição, os novos donos cronometraram uma média de 89 minutos de caminhada semanal, número que aumentou para 130 minutos semanais pelo fato de ter o cão.
Uma pesquisa com 41.500 moradores da Califórnia também analisou os hábitos de caminhada entre donos de cães e gatos, assim como os hábitos de pessoas que não possuíam animais. Donos de cachorros tiveram tendência 60% maior de caminhar por lazer comparados às pessoas que tinham um gato ou nenhum animal de estimação. Isso se traduziu em 19 minutos adicionais de caminhada por semana, em comparação a indivíduos sem cachorros.
Um estudo realizado no ano passado na Universidade do Missouri mostrou que, para fazer exercícios, cães são melhores companheiros de caminhada do que humanos. Num estudo de 12 semanas com 54 idosos numa casa de repouso, alguns selecionaram a companhia de um amigo ou cônjuge para caminhar, enquanto outros tomavam um ônibus diariamente para um abrigo local de animais, onde recebiam um cachorro para passear.
Para surpresa dos pesquisadores, quem caminhou com os cães teve melhora mais acentuada na capacidade física. A velocidade de caminhada entre os que andaram com o cachorro aumentou em 28%, comparado a apenas 4% entre os que passearam com humanos.
Johnson, principal autora do estudo, disse que as pessoas que caminharam com outras pessoas reclamaram do calor e conversaram umas com as outras durante os exercícios, mas aqueles que caminharam com cachorros não apresentaram essas desculpas.
"Eles ajudam a si mesmos ao ajudar o cachorro", disse Johnson, coautora do novo livro "Walk a Hound, Lose a Pound", a ser publicado em maio pela Purdue University Press. "Se temos um compromisso com um cão, isso faz com que nos comprometamos com a atividade física".

Estudo desfaz associações entre exercício e lesão no joelho

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MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Exercícios são bons para quase tudo, mas não para os joelhos --mostram algumas pesquisas e a ala de ortopedia de qualquer hospital.
Agora, uma revisão de estudos publicada em um periódico científico diz que atividade física não só não prejudica o joelho, mas ajuda a mantê-lo saudável.
Pesquisadores da Monash University, em Melbourne, Austrália, revisaram 28 estudos sobre atividade física e artrose no joelho --doença degenerativa que provoca o desgaste da cartilagem.
Ao todo, as pesquisas envolveram 10 mil pessoas, com idades entre 45 e 79 anos, e analisaram os efeitos no joelho de atividades como corrida e futebol. A conclusão surpreendente da revisão saiu no "Medicine & Science in Sports & Exercise".
A artrose é a lesão do joelho mais comum em idosos, mas problemas mais frequentes em jovens, como ruptura de ligamentos e do menisco, costumam causar esse desgaste no futuro.
Entre as causas que predispõem o joelho a lesões estão os esportes de alto impacto, principalmente se feitos sem orientação.
O objetivo do estudo era achar uma resposta mais clara sobre o tema, que gera pesquisas contraditórias. A conclusão dos pesquisadores é que a atividade física não leva à artrose. Ela aumenta o volume da cartilagem, protegendo o joelho.
Para Ricardo Cury, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho, a revisão é relevante por não haver consenso na literatura. "Esclarece dúvidas e confirma o benefício do exercício."
Já Arnaldo Hernandez, chefe de Medicina do Esporte e Cirurgia do Joelho do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, critica o fato de a revisão só ter considerado o risco de artrose. "É uma limitação. Outros problemas como tendinites, lesões de menisco e ligamentos acontecem."
Editoria de Arte/Folhapress
BICO-DE-PAPAGAIO
Outra conclusão é que o bico-de-papagaio, formação óssea anormal causada por esforço, é uma resposta saudável do corpo ao estímulo, e não evidência de artrose.
Para Cury, esse é um "achado" da revisão. Segundo o ortopedista, essa formação é vista como um dos sinais da presença de artrose.
"O estudo mostra que essa formação é uma reação adaptativa do corpo e que pode até aumentar a superfície de impacto e distribuir a pressão que o joelho recebe."
A relação entre exercícios e joelho tem dois lados, diz Cury. "A atividade física pode proteger, ao fortalecer musculatura que envolve a articulação." Mas, acrescenta, também pode provocar lesões, dores e inchaço.
Alguns exercícios expõem mais o joelho a lesões, caso do legpress. "Mas a mesa extensora é ainda pior. Pode agravar um problema em quem tem predisposição", diz Hernandez.
Outros tipos perigosos de movimento são o agachamento até o chão, algumas posturas de ioga, o futebol, por causa das trombadas e dos dribles, e a corrida sem orientação técnica.
Mas, lembra Cury, qualquer atividade física fortalece e traz ganhos para o corpo.

Vestibular

Editoria de Arte/Folhapress
 

Brasil é o único entre os emergentes sem universidades 'top'

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VAGUINALDO MARINHEIRO
DE LONDRES
O Brasil avança na economia, mas tem um longo caminho a percorrer na educação. O país é o único dos BRICs a não ter nenhuma instituição de ensino superior entre as cem mais bem avaliadas por acadêmicos no mundo todo.
É o que mostra o novo ranking divulgado nesta quinta-feira pela THE (Times Higher Education), principal referência no campo das avaliações de universidades no mundo, que é baseada em Londres.
A Rússia aparece com a Universidade Lomonosov, de Moscou, na 33ª posição. A China tem cinco universidades no ranking (duas em Hong Kong e uma em Taiwan). A melhor é a Tsinghua, de Pequim, no 35º lugar. O Instituto Indiano de Ciência está na 91ª colocação.
Foram ouvidos 13.388 acadêmicos de 131 países para chegar à lista das universidades com melhor reputação
São estudiosos com, em média, mais de 16 anos de trabalho em instituições de ensino superior e 50 trabalhos científicos publicados.
Na liderança, mais uma vez, aparece a americana Harvard, que também lidera o ranking geral da THE divulgado em setembro de 2010 e que a Folha publicou com exclusividade no Brasil.
A diferença entre os rankings é que o geral leva em conta 13 critérios --relação estudante/professor, quantidades de alunos e professores estrangeiros, número de trabalhos científicos publicados, ênfase em pesquisa etc.
O índice de reputação, divulgado pela primeira vez pela THE, considera apenas a imagem que as instituições têm entre os acadêmicos.
Foi pedido que apontassem, entre mais de 6.000, até dez universidades como as melhores do mundo em seus campos específicos.
HARVARD
Os Estados Unidos são o grande destaque, com sete universidades entre as dez primeiras e 45 entre as cem.
Em seguida vem o Reino Unido, com duas entre as dez primeiras (Oxford e Cambridge) e 12 no total.
A surpresa é a Universidade de Tóquio, que aparece na oitava posição. No ranking geral, ela está no 26º lugar.
A Rússia também se destaca. A Lomonosov, em Moscou, é a 33ª com melhor reputação, apesar de nem constar do ranking geral da THE.
Com mais de 50 mil alunos, tem 11 ganhadores do Nobel e investe dinheiro público e privado em pesquisas.
Segundos especialistas, é justamente a falta de investimento em pesquisa que deixa as universidades brasileiras fora desses rankings.
Phil Baty, um dos responsáveis pelo estudo, diz que os rankings baseados em critérios objetivos são muito importantes, mas defende também os de reputação.
"Neste momento em que há uma grande disputa global pelo mercado de alunos e professores, uma boa reputação no meio acadêmico é crucial", afirma Baty.
Fora o Reino Unido, a Europa não aparece bem no ranking. A universidade suíça mais bem colocada está em 24º lugar. A alemã, em 48º. Nenhuma francesa está entre as 50 primeiras.
Itália, Espanha e Portugal não figuram no ranking.
VEJA O RANKING COMPLETO
RankingInstituiçãoPaís
1Universidade HarvardEUA
2Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)EUA
3Universidade de CambridgeReino Unido
4Universidade da Califórnia, BerkeleyEUA
5Universidade StanfordEUA
6Universidade de OxfordReino Unido
7Universidade PrincetonEUA
8Universidade de TóquioJapão
9Universidade YaleEUA
10Instituto de Tecnologia da CalifórniaEUA
11Imperial College de LondresReino Unido
12Universidade da Califórnia, Los AngelesEUA
13Universidade de MichiganEUA
14Universidade Johns HopkinsEUA
15Universidade de ChicagoEUA
16Universidade CornellEUA
17Universidade de TorontoCanadá
18Universidade de KyotoJapão
19Universidade College LondonReino Unido
19Universidade de MassachusettsEUA
21Universidade de Illinois em Urbana-ChampaignEUA
22Universidade da PensilvâniaEUA
23Universidade ColúmbiaEUA
24Instituto Federal de Tecnologia da Suíça, em ZuriqueSuíça
25Universidade de WisconsinEUA
26Universidade de WashingtonEUA
27Universidade Nacional de CingapuraCingapura
28Universidade Carnegie MellonEUA
29Universidade McGillCanadá
30Universidade da Califórnia, em San DiegoEUA
31Universidade da Colúmbia BritânicaCanadá
31Universidade do Texas, em AustinEUA
33Universidade Lomonosov, em MoscouRússia
34Universidade da Califórnia, em San FranciscoEUA
35Universidade TsinghuaChina
36Universidade DukeEUA
37London School of Economics and Political ScienceReino Unido
38Universidade da Califórnia, em DavisEUA
39Instituto de Tecnologia da GeórgiaEUA
40Universidade NorthwesternEUA
41Universidade da Carolina do Norte, em Chapel HillEUA
42Universidade de Hong KongHong Kong**
43Universidade de PequimChina
43Universidade de MinnesotaEUA
45Universidade de EdinburgoReino Unido
45Universidade de MelbourneAustrália
47Universidade PurdueEUA
48Universidade de MuniqueAlemanha
49Universidade de Tecnologia de DelftHolanda
50Universidade OsakaJapão
51-60*Universidade Nacional AustralianaAustrália
Instituto KarolinskaSuécia
Universidade de Nova YorkEUA
Universidade Estadual de OhioEUA
Universidade Nacional de SeulCoreia do Sul
Universidade TohokuJapão
Instituto Tecnológico de TóquioJapão
Universidade da Califórnia, Santa BárbaraEUA
Universidade de PittsburghEUA
Universidade de SydneyAustrália
61-70Universidade BostonEUA
Escola PolitécnicaFrança
King's College de LondresReino Unido
Universidade Estadual da PensilvâniaEUA
Universidade Técnica de MuniqueAlemanha
Universidade da FlóridaEUA
Universidade de ManchesterReino Unido
Universidade de Maryland, College ParkEUA
Universidade de ZuriqueSuíça
Universidade UppsalaSuécia
71-80Escola Politécnica Federal de LausanneSuíça
Universidade Humboldt de BerlimAlemanha
Universidade LundSuécia
Universidade Estadual de MichiganEUA
Universidade Estadual de Nova Jersey, RutgersEUA
Universidade do ArizonaEUA
Universidade do ColoradoEUA
Universidade do Sul da CalifórniaEUA
Universidade UtrechtHolanda
Universidade Washington, Saint LouisEUA
81-90Universidade Católica de LeuvenBélgica
Universidade IndianaEUA
Universidade LeidenHolanda
Universidade National de TaiwanTaiwan*
Universidade Ruprecht Karl de HeidelbergAlemanha
Universidade Texas A&MEUA
Universidade de AmsterdãHolanda
Universidade de BristolReino Unido
Universidade de LeedsReino Unido
Universidade de QueenslandAustrália
91-100Universidade Hong Kong de Ciência e TecnologiaHong Kong**
Instituto Indiano de CiênciaÍndia
Instituto de Ciência e Tecnologia Avançada da CoreiaCoreia do Sul
London School de Higiene e Medicina TropicalReino Unido
Universidade Tecnológica de NanyangCingapura
Universidade de HelsinqueFinlândia
Universidade de Paris, Pantheon-SorbonneFrança
Universidade de SheffieldReino Unido
Universidade de VienaÁustria
Universidade de WaterlooCanadá
Fonte: Times Higher Education
* A partir da 51ª posição, como as diferenças são pequenas, os autores do ranking decidiram agrupar as universidades em grupos de 10, listados em ordem alfabética
** Hong Kong é uma região administrativa especial da China
* Taiwan é, oficialmente, uma província da China