terça-feira, 1 de julho de 2014

Prepare o mundo.Eduque o coração.




Educar o coração é essencial!

  Muito bonita a proposta de educar o coração do Dalai Lama Center; que é uma instituição sem fins lucrativos inspirado nos ensinamentos filosóficos e religiosos do Dalai Lama. 
  Fundado em setembro de 2005, O Dalai Lama Center tem por finalidade criar suportes e ambientes para permitir qualidades humanas positivas em crianças e jovens. Sediado na cidade de Vancouver (Ca), o centro proporciona um ambiente de aprendizagem que cultiva a atenção plena com a integração da mente, corpo e espírito e promovendo a paz através do incentivo de valores como a compaixão, o perdão, a tolerância, o contentamento e a auto disciplina.
 Isso nos leva a refletir sobre os grandes problemas mundiais que nos desafiam e nos ameaçam quanto a educação das nossa crianças, enquanto que as ferramentas se encontram em nossas próprias mãos.
 Esse vídeo, deste simples monge do Tibet, apresenta de uma forma bem ilustrada, breve, porém reflexivafeito para que possamos pensar a questão da responsabilidade enorme que temos com cada uma delas; que precisamos prepara-las, não somente nos preocupando em educarmos com conteúdos pedagógicos, mas também associá-la a educação do coração, e assim, preparar jovens emocionalmente saudáveis e prontos para enfrentar o mundo com maturidade e responsabilidade.
   Isso cabe a cada um de nós fazer a nossa parte e propagar essa ideia.

Maria Paula C. Raphael
Fonoaudióloga e Sociopsicomotricista Ramain-Thiers





Vejam uma tradução do texto do vídeo!!!
Quando uma criança nasce, fazemos tudo o que podemos para protegê-la, cuidá-la, ama-la. A mente e o coração de uma criança são frágeis. Enquanto elas crescem, queremos ensiná-las tudo o que sabemos. Nós as mandamos para a escola para encher as suas mentes com maravilhosos conhecimentos, para dar a elas as ferramentas que precisarão para a vida. A escola irá dar uma amostra do que a vida é, fora dela: há amizade, romance, decepções, vergonha, discriminação e bullying. Estas não são as ferramentas que as deixarão preparadas para o mundo. Nós temos uma enorme responsabilidade e uma incrível oportunidade. Se quisermos realmente prepará-las para o mundo lá fora, nós também precisamos educar o coração. Porque para navegar pelo mundo lá fora com compaixão, aceitação e tolerância, nós precisamos ensiná-las a compaixão, a aceitação e a tolerância. Isso pode começar em nossas escolas e pode começar hoje. Pode acontecer em um treino de hockey, numa aula de dança, num acampamento de verão ou numa aula de música. Isso já está acontecendo ao redor do mundo, com incríveis resultados. Se quisermos que nossas crianças crescem em jovens emocionalmente e socialmente capazes, precisamos pedir por uma educação balanceada, que foca tanto na mente quanto no coração. “
(http://dalailamacenter.org/ tradução @dlsilveira).








sábado, 14 de junho de 2014

Libras: Sua definição, breve historia e inclusão.

Libras e/ou Língua de Sinais, que quer dizer: Língua Brasileira de Sinais.

Libras e/ou Língua de Sinais, que quer dizer: Língua Brasileira de Sinais.

   É uma língua natural da comunidade surda em que usa sinais e/ou gestos corporais, manuais, e faciais para se comunicarem entre eles e com a sociedade.   Podemos dizer que “as mãos falam”, pois será através delas que haverá a comunicação. Podem ser usadas  por pessoas ouvintes e para determinadas patologias com ajuda de comunicação em determinadas síndromes em que a pessoa não possa ou tenha alguma dificuldade de comunicação (fala).

 

 Não é uma língua de simples sinais e gestos como muitos imaginam. Ao contrário, ela tem estruturas gramaticais próprias e é composta pelos níveis linguísticos: o fonológico, o morfológico, o sintático e o semântico, assim como, em outras línguas, Português, Inglês, Francês e etc. Da mesma forma que as línguas orais-auditivas não são iguais, variando de lugar para lugar, de comunidade para comunidade, a língua de sinais também pode ser diferente, em vários países (Silva, 2007, p. 9-10).

 

  O que diferencia a palavra com os sinais é que a palavra é língua oral-auditiva e a de sinais é visual-espacial.

 

  O INES (Instituto Brasileiro de Educação de Surdos) foi à A primeira escola para surdos e é ate hoje a escola de referência em educação para surdos.

 

Antigamente no século XVI, (1520-1548), os surdos utilizavam a datilologia , que é a representação manual das letras do alfabeto, a escrita e a oralização como metodologia de ensino. Em 1954 esboçou-se as primeiras noções da filosofia oralista. Em 1815 surgiu a comunicação total, um método que combinava sinais, fala leitura labial e treino auditivo, devido ao descontentamento dos surdos perante oralização. Em 1880 a língua de sinais foi proibida, e a comunidade surda ficou revoltada e começaram a usar a língua de sinais escondido entre eles apenas. Já no século XX continuavam estudos sobre a melhor forma de se ensinar o surdo e de ele se comunicar; até então a surdez era considerada doença. Em 1960 começou-se a modificar esta visão da sociedade perante os surdos e em 1965 começou a constituir a Abordagem Total que em 1968 fundamentou-se a Comunicação Total onde o surdo poderia usar tanto a oralização quanto os sinais dependendo da situação; eles tinham livre arbítrio para fazer esta escolha. Nas décadas de 1970-1980 esta visão começa a mudar e o Bilinguismo começa a ser usado. Em 1993, um projeto de lei deu inicio a uma longa batalha de legalização e regulamentação da LIBRAS em âmbito federal. Em 1994 surge à terminologia LIBRAS como abreviação da Língua Brasileira de Sinais. E finalmente a Libras foi reconhecida como língua em 24 de Abril de 2002 sob a lei nº 10.436 pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas a Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa.

  Nesta lei, assim como outras leis para diferentes tipos de deficiência, garantem bastante coisa, mas sabemos que estas não são muito seguidas.

 

Com isto a inclusão virou apenas um jogo político – maravilhosa no papel, mas longe do que seria realmente uma real inclusão. Isto devido a falta de capacitação de profissionais para o atendimento não só do surdo mas sim de qualquer outra deficiência.

 Fala-se muito em inclusão, interação, mas apenas por que a lei obriga. Como fazer que as escolas aceitem as crianças não estando garantindo a ela uma ação efetiva para que a integração ocorra, visto que, integrar significa oferecer igualdade de oportunidades a todos.

  Hoje em dia há varias discussões acerca da integração/inclusão, mas analisando as duas temáticas (inclusão e integração) veremos que tanto o individuo quanto a sociedade têm que se preparar para se conscientizarem da necessidade especifica de cada um. Preparando tanto o profissional que irá atender o individuo como o individuo para ser atendido.

 

    Sabe-se que o individuo compreende, se insere e se integra na sociedade através da linguagem, seja ela qual for, e através desta se aprimorar dos conteúdos culturais da humanidade. 

   Será através da linguagem oral, gestual ou qualquer outro meio de comunicação que poderemos nos beneficiar não só das nossas experiências, mas também através das experiências dos outros.

   Devemos dar oportunidade de se comunicar a todos, de forma que possibilitem uma existência de qualidade, com pleno exercício da cidadania.

 

 

Sylvia Kamel  Steenhagen.

Pedagoga (UVA), Especialista em Libras (INES) e Psicomotricidade (AVM).

 

Estudante de Sociopsicomotricidade Ramain-

 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Demonstração do exoesqueleto decepciona na cerimônia de abertura




Em um flash de 3 segundos, o paraplégico Juliano Pinto, de 29 anos, usando uma veste robótica que seria comandada pelo cérebro, moveu seu pé direito e deu um pequeno chute em uma bola de futebol durante a cerimônia de abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira. Antes do espetáculo musical que apresentou a faixa-título da Copa, a demonstração esperada desde 2011 por paraplégicos de todo o mundo e que consumiu 33 milhões de reais, boa parte vinda do governo federal, foi vista apenas de relance. Em pé, Juliano, vestindo a estrutura metálica que pesa 70 quilos e apoiado por duas pessoas, mostrou o resultado do trabalho de 156 cientistas de 25 países que, liderados pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, viabilizaram a demonstração no início do campeonato.

O esperado era que um paraplégico, usando o exoesqueleto, levantasse de sua cadeira de rodas, desse alguns passos no gramado e então chutasse a bola para dar início aos jogos. Nicolelis, cientista da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, lançou o projeto Andar de Novo para fazer uma veste robótica de metal leve que leria os sinais elétricos emitidos pelo cérebro de um paraplégico e faria com que ele andasse. Por meio de um sistema chamado interface cérebro-máquina (ICM), os sinais enviados pelo cérebro seriam captados por uma touca repleta de eletrodos de eletroencefalograma (EEG) e enviados a um computador em uma mochila, nas costas do robô. Ali, eles seriam traduzidos e transformados em comandos de movimento. Giroscópios acoplados às costas do robô garantiriam o equilíbrio do exoesqueleto.
Oito pessoas teriam participado dos testes, que teriam se iniciado em novembro e foram divulgados em uma página do Facebook e no Portal da Copa. Uma das novidades anunciadas pelos cientistas que projetaram a estrutura é que ela faria os jovens sentirem a sensação de contato com o solo, como se ele fosse percebido pelos pés. Sensores acoplados aos pés do robô enganariam a mente, passando a informação da proximidade do chão como se ela viesse do corpo. Com isso, a ideia da equipe responsável pelo projeto é que o exoesqueleto fosse compreendido pelo cérebro e controlado como mais um membro do organismo.
"Foi um grande trabalho de equipe e destaco, especialmente, os oito pacientes, que se dedicaram intensamente para este dia. Coube a Juliano usar o exoesqueleto, mas o chute foi de todos. Foi um grande gol dessas pessoas e da nossa ciência", celebrou Nicolelis, coordenador científico do projeto, em um comunicado à imprensa.
Confira a repercussão entre cadeirantes e a comunidade científica mundial:
"Somos a favor de avanços tecnológicos e pesquisas científicas, mas não podemos concordar com a 'espetacularização' de uma tecnologia incipiente e que não está madura para produção em massa. A exposição causará falsas expectativas nas pessoas com deficiência e reforçará estigmas negativos e preconceitos. Não me parece promissor, não ajudará pessoas com deficiência a voltarem a andar e não será utilizado no dia a dia (tanto pelo custo impraticável como pela falta de autonomia). Finalmente, parece-me absurdo investir mais de 33 milhões de reais (boa parte de recursos públicos) em algo que não trará benefícios ou soluções. Agrego a tudo isso profunda decepção com a participação do exoesqueleto na cerimônia de abertura, que acabo de assistir. Sem dúvida, a demonstração evidenciou que o experimento não funciona e não atendeu sequer as promessas divulgadas. Decepcionante!"
Luiz Portinho, advogado gaúcho e presidente da Rio Grande do Sul Paradesporto
"Vi algumas demonstrações do exoesqueleto nos Estados Unidos, em versões preliminares. No entanto, é muito grande e não serve para todos. Acho que ele deve ser combinado com estímulos elétricos para promover movimentos mais ativos, em vez dos completamente passivos. É um bom começo e beneficiará várias pessoas com deficiência."
Paul Lu, cientista americano paraplégico que pesquisa o uso de células-tronco para lesões de medula na Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), nos Estados Unidos
"O que foi exibido ao mundo, infelizmente, é tudo o que já se sabia do exoesqueleto: uma dúvida profunda a respeito de todos os seus potenciais, desdobramentos e capacidades. A questão, agora, não é mais ser cético em relação a um avanço científico que pode revolucionar vidas, é cobrar vigorosamente seriedade e luminosidade com promessas que envolvam dinheiro público, almas angustiadas e anseios de milhões de pessoas."
Jairo Marques, jornalista, cadeirante paulistano e colunista do jornal Folha de S.Paulo
"Esse pequeno chute é um grande passo para a ciência, que mostra que o homem é capaz de sonhar e de tentar colocar em prática seus sonhos. No entanto, acredito que pesquisas como a estimulação elétrica, feita por pesquisadores brasileiros, é uma maneira bem mais inteligente de recuperar os movimentos dos paraplégicos. São duas frentes de estudos que podem fazer com que pessoas com lesões medulares possam realizar o sonho de voltar a andar."
Benny Schimidt, chefe do laboratório de patologia neuromuscular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
"A demonstração é um ato simbólico do esforço para usar a ciência e a robótica moderna no lugar da tecnologia centenária das cadeiras de rodas. Podemos e devemos superar essa era antiga e fazer algo melhor. Nicolelis e seus colegas estão, claramente, dando um passo nessa direção. O mais importante é que essa tecnologia possa se tornar prática e útil para pessoas com lesões e que ela seja tão confiável e efetiva quanto uma cadeira de rodas. Veremos no futuro se esse será ou não o caso.” 
Mark Tuszynski, neurocientista americano e diretor do Center for Neural Repair da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), nos Estados Unidos
"A demonstração é positiva, pois chama a atenção para os paraplégicos. No entanto, é um show para abertura da Copa, sem mostrar grandes avanços científicos. Em 2012, uma paraplégica correu uma maratona com um exoesqueleto e essa não é uma tecnologia nova. Além disso, a estrutura é muito pesada, de 70 quilos e, se houver uma queda, isso pode levar a graves lesões — pessoas com lesões medulares costumam ter osteoporose e qualquer queda é perigosa. O exoesqueleto não vai resolver o problema de quem tem lesões medulares."
Alberto Cliquet Júnior, professor titular do departamento de Ortopedia e Traumatologia da Unicamp e de Engenharia Elétrica na Universidade de São Paulo (USP) 
"Mesmo depois da demonstração não fica muito claro se isso será um avanço. A ciência, tradicionalmente, é movida por cientistas que publicam suas descobertas em revistas científicas rigorosas que promovem uma análise justa dos feitos dos cientistas. Isso ainda não foi feito com o projeto Andar de Novo. Estou curioso para o momento em que isso seja feito e então cientistas e engenheiros poderão avaliar os progressos que esse time fez."
Daniel Ferris, neurocientista e professor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos

terça-feira, 10 de junho de 2014

[PDF] CAPACITAÇÃO PARA PRECEPTORIA E DOCÊNCIA–FORMAÇÃO EM SERVIÇO

MAA Garcia
... 2.ed. São Paulo: Petrópolis, 2000. p.45-137. ➢ NÓVOA, António. Universidade e formação
docente. Interface, 4( 7 ): 129-138, 2000. ➢ REGO, Sergio. A formação ética dos médicos -
saindo da adolescência com a vida (dos outros) nas mãos. ...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

REVISTA ESCOLA

Abril.com
Língua Portuguesa

Você sabe que conteúdos precisa ensinar aos alunos, do 1º ano ao final do Ensino Médio nas aulas de Língua Portuguesa? Reunimos todas as reportagens, vídeos, planos de aula e outros recursos multimídia que podem ajudá-lo a planejar as aulas de alfabetização, leitura, escrita, gramática, produção de textos, dentre outros assuntos. Para ter acesso a todo o conteúdo já publicado em NOVA ESCOLA, clique nos botões amarelos, abaixo dos segmentos de ensino

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